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Olá camarada, tudo bem?

Hoje é o lançamento de L’Amour: 12 oz aqui em Araraquara, na Mondrian Ambiente.

O evento acontece das 16h00 às 22h00.

Fica o convite para conhecer meu novo trabalho publicado pela editora MINO, tomar um vinho, uma cerveja e encontrar muita gente querida!

Espero você lá!

Abraço.

Luciano Salles.

Bira Dantas, Ana Koehler, eu e o Eduardo Vetillo!

Olá, tudo certo?

Acabei de voltar de Curitiba, especificamente da Gibicon nº 02. Fui de supetão graças ao apoio da World Game e desta forma, acabei levando algumas O Quarto Vivente e prints somente na mochila.

A convenção foi demais e encontrar, reencontrar e conhecer novos quadrinistas é sempre legal! Agradeço ao talentoso amigo e quadrinista, Camilo Solano, que me acolheu no Instituto Filosófico Consolata, junto do responsável pelo local, Padre Job.

Mas enfim, a Gibicon nº 02 veio para ficar.

O clássico Mussum do Vetillo no meu sketchbook

Um evento bem organizado e que acredito, na próxima edição, o MuMA não mais consiga suportar o público previsto e esperado. O ponto alto para mim, foi ter conhecido Eduardo Vetillo, que desenhou nos anos 80 os gibis do Spectreman e Os Trapalhões.

Reencontrar camaradas como o talentoso araraquarense Lucas Lima, o Orlandeli, Will Sideralman, Alex Mir, Daniel Esteves, Flavio Luis, Shiko, Mario Cau, Fábio Moon, Ruis, o grande Laudo, Aninha, Vitor Cafaggi, Lu Cafaggi, Eduardo Damasceno, Victor Moura, o battousai Daniel Lopes, Paulo Cecconi, Luna e Jana, Sidney Gusman, Paulo Ramos, Lucas Poderoso Porco, Heitor Pitombo, Bira Dantas, Afonso do FIQ, o vencedor do HQMIX Marco Oliveira e tantos outros que falharei em não lembrar.

Victor Moura gentilmente cedendo espaço em sua
mesa para autografar O Quarto Vivente e alguns prints.

E aliás, falando em HQMIX, onde estava indicado em duas categorias, não foi desta vez que fui premiado. Entretanto, agradeço aos votos que recebi e a imensa quantidade de mensagens me parabenizando pelas indicações e para não ficar chateado por não ter levado prêmio algum. Muito obrigado!

Para fechar essa atualização, dia 10 de setembro de 2014, tem bate papo comigo na exposição ‘Em quadrinhos: Luciano Salles’, organizada pelo MIS Maestro José Tescari, na Casa da Cultura de Araraquara. O bate papo tem início às 19 horas. 

Espero você lá!

Grande abraço!

Luciano Salles.

Vagas limitadas! Reserve a sua pelo e-mail misararaquara@gmail.com
ou pelo telefone 16 3322 9708

Olá!
Uma resenha bem legal, junto de uma entrevista muito bem elaborada, acabou de ser postada no site do Terra Zero!
A pauta O Quarto Vivente e Luciano Salles, inaugura a coluna HQ Brasil! Fico feliz e me sinto lisonjeado, por ser lembrado para estreiar a nova atração aos leitores do site. Agradeço ao convite de Felipe Morcelli.
Fique por aqui mesmo e leia a entrevista ou, vá até o incrível site do Terra Zero, confira a matéria e muito mais do que a página tem para oferecer!
Forte abraço…
Luciano Salles.

HQ Brasil: “O Quarto Vivente” e Luciano Salles

Postado em 06/12/2013, por Morcelli
Em: Análise , Destaque , Matérias

Nesta sexta-feira o Terra Zero inicia uma nova atração aos leitores: a coluna “HQ Brasil“. A ideia é promover uma HQ nacional fazendo comentários sobre ela e entrevistando seu(s) autor(es). Depois de um ano abarrotado de lançamentos no Festival Internacional de Quadrinhos e de projetos de quadrinhos bem sucedidos nas plataformas de financiamento coletivo ficou claro que os sites de quadrinhos, independente de qual escopo possuem, precisam promover o que está acontecendo no Brasil.
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Para a estreia da coluna foi escolhida a HQ “O Quarto Vivente” do araraquarense Luciano Salles. Esta é sua segunda HQ publicada e mais uma vez o autor optou pelo formato independente de lançamento. Focada na vida de uma jovem brasileira num mundo distópico e futurista a história figura entre as grandes obras nacionais de 2013.
A HQ
Luciano criou um universo à parte para sua história. A personagem principal, Juliett-e, é quem se conecta com o leitor, pois é ela que tenta sair da ordem dominadora no mundo. A Europa e a Ásia (chamadas aqui pelo seu antigo nome de Eurásia) afundaram e algumas sociedades se fundiram aos países que sobrevivem às mazelas do Século XXI – entre eles, o Brasil, onde a história se passa. A França foi anexada ao território brasileiro. Portanto, idioma e cultura se confundem e é muito importante que o leitor esteja atento a isso para não se perder nas falas dos personagens. Aliás, a única coisa que poderia fluir um pouco melhor na HQ são os diálogos. Por vezes confusas, as conversas possuem uma estrutura estranha e muitas vezes desconexa. Claro, isto faz parte do mundo em que o leitor imerge ao começar a ler a HQ, mas, às vezes, a coisa fica estranha demais.
Por outro lado, com muito bom gosto, Luciano questiona o marasmo mental de uma sociedade cada vez mais preguiçosa, colocando em xeque a dualidade do individualismo com o pensamento coletivo: como alguém pode se tornar tão individualista e, ao mesmo tempo, fazer exatamente o que todas as outras pessoas fazem? Seria culpa da ordem governamental opressora? Seria uma característica humana que nunca vai mudar? Quando as pessoas vão acordar para desbravarem a vida como a personagem principal tenta fazer nesta história? Estes são alguns dos muitos (e inteligentes) questionamentos que podem ser levantados durante a leitura da HQ.
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“O Quarto Vivente” é um grande trabalho dos quadrinhos nacionais. Luciano conseguiu criar uma distopia que obedece as regras mais clássicas do tema. Ao somar estas características com seu jeito ímpar de trabalhar a ideia e com o tempero brasileiro, o autor entrega uma obra interessantíssima e com um universo cheio de possibilidades de exploração.
Nota: 9/10
A Entrevista
Luciano, lendo “O Quarto Vivente” deu pra notar o quanto seu trabalho é influenciado, principalmente, por obras de ficção científica, em especial aquelas que tratam de possíveis futuros distópicos para o planeta. Quais são suas principais influências para expressar sua arte desta forma?
Acredito que para essa obra, uma grande influência, do gênero que citou, foi o filme Blade Runner. Entretanto gosto muito de alguns romances como “Admirável Mundo Novo” (“Brave New World“) de Aldous Huxley, 1984 e “A Revolução dos Bichos” (“Animal Farm“) de George Orwell. Voltando aos filmes (que são minha maiores influência para qualquer quadrinhos que eu faça), o filme “Fahrenheit 451″ também cito com uma influência para essa obra. E, para o ódio de muitos, acredito que a estética de Lars Von Trier e David Lynch existe nos meus trabalhos.
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Juliett-e é a protagonista da história. É aquela que nasceu ao acaso e quebra as regras da distopia seguindo seu próprio coração. Como artista, você acredita que o acaso está se perdendo e que os quadrinhos (assim como qualquer outra forma de arte) podem mostrar isso aos leitores?
Sim. Acredito no acaso como a mãe da evolução e também acredito, que o fim do acaso, é trabalhado diariamente e por muitas vertentes. Trabalhei com Juliett-e, nascida ao acaso, justamente para ter, como disse, a quebra do paradigma na história. Juliett-e vem com o ímpeto que é tão inerte hoje em dia. Ninguém arrisca contra o que já está imposto e decretado. Vivemos um estágio de torpor. Não sabemos conduzir nada. Somos apenas respostas automáticas. Não quero parecer pessimista e não sou pessimista. A realidade simplesmente é tirada do nosso foco. Simples assim.
A arte tem o poder e deve ser utilizada para o questionamento. Qualquer tipo de arte.
O manual de funcionamento da inseminação possui um olho em sua capa. Este mesmo olho está na contra-capa de “O Quarto Vivente” e nos autógrafos que você deu a cada fã que adquiriu o volume. Seria “O Quarto Vivente” um manual para que as pessoas deem mais atenção ao acaso e não à forma sistemática em que vivem? Todos deviam ser como Juliett-e?
Não só o olho. Cada página da revista. Se eu for falar do olho, posso entregar a história para quem ainda não leu a revista! Em cada página da HQ, coloquei intencionalmente, detalhes que acredito que muitos podem notar o que quero dizer. Não só detalhes em forma de desenho. Os nomes dos personagens foram pensados dentro da coesão da história. O nome da revista sintetiza muita coisa.
Mas também, acredito que fui direto ao que queria, no texto da história. Recebo críticas que dizem que é uma história linda e que, após o término da primeira leitura, a pessoa fechou a revista, pensou e, leu novamente. Esse é o maior feedback que posso receber. Consegui a atenção do leitor e o ciclo se fechou.
Ainda no aspecto filosófico que Juliett-e representa para a obra, o diálogo dela com o camaleão sugere que, mesmo sendo adaptável, nem mesmo ele evitou a própria extinção. Estaria você, como autor, sugerindo que a natureza adaptável do ser-humano não é mais suficiente para o mundo de hoje?
O ser humano foi adaptável em uma época pré histórica ou coisa assim. Hoje somos confortáveis. E o motivo de sermos seres confortáveis é que os pensamentos estão cada vez mais voltados para o ‘um’, para o único. Assim, temos a sensação de tudo certo. Funcionamos na base de choques. A limitação é tamanha, que somente acontecendo um hiper impacto, para mudarmos algo ou ligar a chave da adaptação. Isso é da essência humana e em todos os aspectos. Somos substâncias reativas e rasas. Acho que respondi sua pergunta (risos).
Já no começo da obra, especialmente na primeira página, é perceptível o quanto o português foi mudado para se adaptar à situação geo-política que você criou para “O Quarto Vivente”. Chega a ser intrigante como uma história que toma por inspiração autores estrangeiros tenha conseguido funcionar tão bem dentro do Brasil. Por outro lado, o país sempre foi um abrigo de várias culturas. Em que momento do roteiro você percebeu que misturar nações seria benéfico para sua narrativa?
Eu já tinha o roteiro pronto e já havia começado a desenhar a revista, quando fiz uma viagem de 21 dias para a França. Interrompi o trabalho. Lá, em um estúdio alugado, no frio de fim do outono e andando por toda Paris com minha esposa, comecei a fazer muitas conexões com minha história. Muito das coisas que havia procurado ambientar na HQ, acabei buscando dessa viagem. O silêncio que havia em alguns lugares, mesmo com muitas pessoas e, em especial, no dia que estava embarcando para o Brasil, sendo levado pela imensa esteira do aeroporto Charles De Gaulle, em um ambiente de isolamento imenso.
Ali, naqueles 21 dias, troquei os nomes das personagens, inclui a Europa na história e as Unidades Fraternais, mas o motivo central do roteiro não foi alterado.
E falando em nações e na nova geo-política proposta pela sua obra, por que a França foi a escolhida como principal parceira do Brasil? Outros países e culturas foram considerados enquanto você preparava a obra?
A França foi a escolhida pelo motivo real da viagem que fiz. Muitas lacunas que poderiam haver no roteiro foram preenchidas. E dessa forma, não havia dúvida que a França deveria ser acolhida fraternalmente. E um outro detalhe que devo citar é que me incomodou muito visitar alguns museus. Muito da parte egípcia que existe no Louvre, está lá pois foi saqueado, de alguma forma. E milhões de pessoas, assim com eu fiz, pagam para ver um produto que é parte de furto, roubo e atentado violente contra uma cultura. Somos uma coisa estranha e bizarra.
Juliett-e tem todo um futuro pela frente, mas muitos momentos da história podem ser explorados em futuras obras que revisitem este universo – tais como mostrar o dia-a-dia brasileiro do futuro mais detalhadamente e possíveis outros “dissidentes” desta distopia com mentalidade um pouco diferente de Juliett-e. Você tem planos para isso?
Esse universo que criei está congelado com essa história. Ainda não é o momento de revisitá-lo. E quando isso for feito, não será exatamente no momento que a deixei. Já pensei em opções.
Mas, na realidade, já tenho pronto o roteiro da minha nova história em quadrinhos. Estou fazendo uma terceira revisão e pretendo ter a revista pronta para impressão, no mais tarde, em Outubro de 2014. Mas já posso adiantar o nome da revista, que será: “L’Amour“.
Mônica(s), Ícones dos Quadrinhos, O Quarto Vivente e
Quatro Estações : Edições onde tive meu trabalho impresso!
Faz um ano e meio que vivo da minha arte e por consequência, das histórias em quadrinhos. E, é com imensa felicidade e satisfação, que fecho o ano de 2013 com minha segunda HQ autoral, O Quarto Vivente, publicada e reconhecida a cada dia. 
Participei como co-autor do livro Mônica(s), uma linda edição comemorativa do aniversário de 50 anos da Mônica, personagem do Maurício de Sousa.
Entrei também, no Ícones dos Quadrinhos, outra maravilhosa edição de luxo, onde o autor, Ivan Freitas da Costa, reuniu 101 artistas, cada um homenageando um personagem do mundo das bandas desenhadas. Vale lembrar que participei de um concurso para entrar nesse livro!
E finalizando as publicações que tive meu trabalho impresso, fechei o ano desenhando a história Primavera, de Raphael Fernandes. Essa história faz parte da HQ Quatro Estações, onde quatro roteiristas e quatro desenhistas trabalham em histórias fechadas, cada um com uma estação do ano e, fechando o ciclo sazonal.
Assim, 2013 foi um ano incrível. E se você acompanha meu trabalho, já deve saber que em 2014, minha nova HQ será lançada. 
That’s all folks!
Baita abraço!
Luciano Salles.
Olá, camarada. Tudo bem?
Movido pelo maior Festival de Quadrinhos da América Latina, hoje cheguei em Belo Horizonte e após burocracias hoteleiras, parti para a Serraria Souza Pinto, para ver as montagens finais, retirar minha credencial e encontrar minha mesa.
Fui surpreendido pela recepção afetuosa de todos os envolvidos de alguma forma com o evento.
Todos muito bem treinados, atenciosos, educados e com um sorriso no rosto. Isso desde a chegada ao prédio da Serraria.
Nem tenho como agradecer o carinho com que me receberam e sei que será assim com todos que lá forem! 
Valeu ressaltar que estou com o Apoio Cultural da Mondrian Ambiente, que sempre acreditou nos meus trabalhos e tem sido um grande parceiro amigo e cultural!

Exposição Ícones dos Quadrinhos : FIQ 2013

Exposição Ícones dos Quadrinhos : FIQ 2013
Exposição Ícones dos Quadrinhos : FIQ 2013
Fiz algumas fotos da exposição Ícones, que já estava totalmente montada e, adjetivada justamente com fantástica!
Estarei na Mesa 01, junto do meu camarada, Camilo Solano!
Lá venderei minha recente HQ, O Quarto Vivente, e alguns prints, ambos, por R$ 2O,OO.
Entre esses prints estão Spider-man, Batman, Superman e Watchmen (que está no livro Ícones dos Quadrinhos).
Além da minha HQ e dos prints, também terei exemplares da revista Quatro Estações, que colaborei como artista, para a história de Raphael Fernandes.
Além disso tudo, se você adquirir o livro Ícones dos Quadrinhos e o Mônica(s), que será lançado no Festival, não se acanhe em levar os dois exmplares para eu autografar minhas contribuição para essas lindezas!
Amanhã é o dia!
Nos vemos lá…
Baita abraço.
Luciano Salles.
Exposição Ícones dos Quadrinhos : FIQ 2013

Banner Dimensão Limbo para o FIQ 2013
Olá, camarada! Tudo certo? Fiz esse post exclusivamente para você me encontrar no FIQ.
Sim, estarei na mesa com o nome de Dimensão Limbo, e o incrível e talentoso Camilo Solano, estará dividindo a mesa comigo!
Esse banner ficará em cima da nossa mesa! É só achar esse baita olhão!
Achando o olho, você me encontrará, junto das seguintes publicações.

O Quarto Vivente, de Luciano Salles

O Quarto Vivente
Essa é minha segunda revista autoral e o carro chefe dos meus trabalhos.
A revista custa R$ 20,00. São em 44 páginas coloridas em couchê fosco 170 gsm, capa em papel DUO Desing 350gsm com verniz de reserva.

Mônica(s)

Mônicas
Essa é a capa revelada pelo Editor Sidney Gusman, da edição comemorativa de 50 anos da personagem, criada por Maurício de Souza.
Nessa obra, eu participo, junto de mais 149 artistas, com uma ilustração da dentuça!
Esse livro será lançado, vendido no FIQ e você, poderá percorrer os estandes e mesas coletando autógrafos nas lindas páginas ilustradas.

Ícones dos Quadrinhos, de Ivan da Freitas Costa
Ícones dos Quadrinhos

Esse livro, do escritor e colecionador de arte em quadrinhos, financiado pelo Catarse, apresenta 100 dos principais personagens das HQs, interpretados por 100 artistas de todo mundo.
Nessa obra, participei desenhando a galera do ‘Watchmen’.
Primavera, capa por Luciano Salles
Quatro Estações
É um projeto que reúne quatro roteiristas e quatro desenhistas, onde cada dupla é responsável por criar uma HQ de 12 a 15 páginas que tenho como pano de fundo uma estação do ano.
Primavera: Raphael Fernandes (R) e Luciano Salles (A)
Verão: Lillo Parra (R) e Jackson Oliveira (A)
Inverno: Alex Mir (R) e Décio Ramírez (A)
A revista terá 4 capas diferentes feitas pelos mesmo artistas da HQs e que referencia sua respectiva estação. O prefácio ficou a cargo de Laudo Ferreira Jr e a capa ao lado, é a minha, para a história Primavera.

Shogum dos Mortos

Participei com um desenho do Almanaque de Férias do Shogum.

Prints

Levarei prints no valor de R$ 20,00.

Baita abraço, camarada e até dia 17/11/2013!

Flash Gordon por Luciano Salles
Olá, camarada! Tudo certo?
O FIQ chegou!
Sim, estamos há uma semana do maior evento de quadrinhos da América Latina.
Estarei lá, dividindo a mesa Dimensão Limbo, com o grande camarada, Camilo Solano! Conheça o talentoso Camilo Solano, aqui!
Aguardamos sua visita em nossa mesa para conhecer nossos trabalhos!
Ainda nesse post, alguns dos meus trabalhos que ainda não havia disponibilizado aqui no bloguesaite.
Baita abraço!

The Biggest Helmet Ever Made
Isometric Pilot

Be Nice

Olá, camarada! Tudo bem?

Já vou começar com a melhor notícia possível: Minha nova HQ – O Quarto Vivente – está pronta!

A sensação é realmente incrível. Ainda tenho que fazer a primeira prova da impressão, escolher o melhor papel e acabamento para enfim mandar rodar as 1600 cópias.

Agora é só leva e trás, aprovar e reprovar para muito em breve, ter todas prontas em mãos.

Acredito que antes do final do mês de Maio você conseguirá a sua revista.

Grande abraço!

Luciano Salles

Camaradas, boa semana a todos!

Venho manter atualizada a produção minha HQ para vocês!

Hoje começo da desenhar a página doze da revista e até o final de semana fecharei a página dezessete. Ainda nessa semana, também começo a montar a paleta de cores que usarei.

A tiragem que penso em fazer inicialmente é de 1.5oo exemplares, que serão vendidas on-line aqui pelo site. Nessa quantidade consigo derrubar bem o preço da revista.

Por enquanto é isso…
Deixo para vocês uma foto com um pedaço de uma página.

O Quarto Vivente – Uma HQ de Luciano Salles

Grande abraço!

Luciano Salles.

Depois de seis páginas, minha HQ já está com vida! É uma sensação foda! E hoje, finalizo a página o7.

A única incerteza que ainda pairava em minha cabeça era se faria a HQ colorida ou não. Enfim define: sim, será colorida!

E para você que acompanha o meu saiteblogue, um pedaçinho de uma página.

Grande abraço!

Luciano Salles.

‘O quarto vivente’ de Luciano Salles.