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#Venom, imagem retirada do meu Instagram Luciano Salles
Olá, tudo bem?
Um dos meus apoiadores culturais desde 2013, é a World Game. Logo depois da CCXP, o proprietário e fenomenal amigo Leo, me procurou para eu fazer um calendário – com o meu traço – dos jogos que mais fazem sucesso entre os admiradores. 
Poxa, eu joguei videogame somente no começo dos anos 80 em um console chamado Intellivision e que tenho até hoje. Citei esse videogame que tinha em um post que você pode conferir no terceiro parágrafo pelo link: https://goo.gl/ciPn8t
Já liberei alguns pequenos pedaços dos trabalhos mas, infelizmente, o calendário não vai acontecer devido aos altos custos para se produzir todas as unidades que a loja queria. O mimo seria uma lembrança distribuída entre os clientes da loja. Para aproveitarmos as artes, decidimos fazer uns prints dos jogos desenhados no tamanho original dos desenhos que é 14 cm x 18cm. 
Red Dead Redemption 2, imagem retirada
do meu Instagram Luciano Salles
O mais legal também é que a World Game vai fazer um evento para distribuir as impressões (em uma data ainda a ser programada) e eu estarei o dia todo na loja autografando esse prints exclusivos, vendendo meus quadrinhos, alguns outros prints e conversando com o pessoal.
Em breve divulgo a data do evento para você de Araraquara e região (Matão, São Carlos, Ribeirão Preto, Tabatinga, Taquaritinga, Ibaté e outras) virem conhecer a World Game, conseguir um print – que serão limitadíssimos! – e se quiser, de quebra, posso autografar para dar aquela originalidade.

Fico por aqui!

Um abraço.
Luciano Salles.
Imagem que contém resenha no instagram do Fora do Plástico
Olá. tudo bem?
Na semana passada saiu uma resenha da minha última publicação em quadrinhos pelo Fora do Plástico, uma conta do Instagram que é fantástica e basicamente fala sobre HQ. É muito legal seguir a conta e perceber como eles sabem utilizar extremamente bem a plataforma.
Conheci a Mariana e o Pedro, casal responsável pela página, no FIQ 2018. Não lembro se concedi alguma entrevista para eles que são extremamente simpáticos, interagem muito bem e de forma inteligente, com os autores.
Segue a resenha e aqui está link para você seguir o Fora do Plástico no Instagram. Com certeza vale por toda publicação que fazem!
Deixo aqui meu abraço e, logo abaixo, o link para adquirir seu exemplar de EUDAIMONIA!
Luciano Salles.

Clique na imagem para ser direcionado para minha conta na Amazon. A HQ será enviada com um autografo e dedicatória.

Resenha de EUDAIMONIA pelo Fora do Plástico
Texto por Mariana Viana.

“Eudaimonia não é um quadrinho fácil. Nada ali está explicado ou entregue de forma fácil e evidente. Na verdade, foi somente na segunda leitura que captamos alguns detalhes e nuances que Luciano Salles insere em meio a suas hachuras e traços finos em nanquim. Aqui, acompanhamos um matador de aluguel vestido de leopardo (que parece um tanto tolo) que tem uma segunda chance para efetivar sua caçada. Para isso, ele conta com a ajuda de Luzcia, a rabugenta dona de um boteco.

Com falar característico, olhar duro, e crises de artrite, Luzcia é um personagem que gera empatia no primeiro olhar (mesmo já tendo sido apresentada em um dos primeiros trabalhos do autor). O quadrinista traz para a protagonista uma força visceral feminina, que transmite a garra de uma sobrevivente, custe o que custar. Luzcia parece não conhecer o medo.

Embora a HQ não entregue muita profundidade na construção dos personagens, toda a narrativa de Eudaimonia flui facilmente, embalada pela arte única de Luciano Salles e pelo tom de suspense. É uma pena que o quadrinho seja tão curto. Terminamos com a sensação de que poderíamos ver aquela história se desenrolar por várias páginas, afinal, ela capta o leitor, deixando-o imerso no universo nonsense ali apresentado.

Você pode terminar este gibi com um ponto de interrogação ou pode se sentir inebriado pela experiência inusitada que o quadrinho proporciona, já buscando retornar à primeira página. Na verdade, não há como prever a reação de um leitor a Eudaimonia. Talvez fosse exatamente esse o objetivo do autor: despertar um resultado imprevisível em quem fecha as últimas páginas do gibi.”


Olá, tudo bem?

Ontem foram divulgadas as mesas que cada artista ocupará na CCXP 2018. São mais de 540 artistas do mundo inteiro, alocados no Artists’ Alley e que concorreram, através de portfólios, as tão disputadas mesas do evento.
Além das mesas, também foi divulgado o perfil de cada artista no site da CCXP e que estará no Artists’ Alley. Este é meu link: https://www.ccxp.com.br/artists-alley/1109
Esse ano estarei na MESA H01 e, na última semana de novembro, faço um novo post com o que levarei para a convenção. Além de concorrer a mesa, é importantíssimo ressaltar que a mesma conta com o apoio cultural da World Game, da Mondrian Ambiente e da Portal Informática.
Elio Lio da World Game
Entenda como apoio cultural o fato de que empresas de Araraquara, cidade onde moro, foram as responsáveis por quitar o valor referente ao uso da mesa durante todos os dias do evento. Desta forma, sou muito grato aos empresários Elio Lio, responsável pela World Game e a Teresa, que responde pela Mondrian AmbienteSão pessoas da iniciativa privada que sempre apoiam a arte, cultura e o esporte na cidade de Araraquara. Deixo aqui meu sincero agradecimento pela oportunidade concedida. Também conto com o apoio da Portal Informática, dos camaradas Marcelo Piva e o Cris.
Teresa Magnani da Mondrian Ambiente
Entretanto a batalha é árdua e ainda tenho as despesas com hotel, transporte (ônibus intermunicipal, UBER e metrô) e alimentação, que ainda dependem de apoio cultural.
Desde 2014, ano da primeira Comic Con Experience, recorro a esses patrocínios para ir ao evento e esse tem sido o ano onde conseguir apoio cultural tem sido mais difícil. Geralmente, “nos outubros” anteriores, já estava com tudo certo e organizado financeiramente para o evento. Enfim, ainda estou na luta!
Para finalizar, lembre-se de anotar a MESA H01 no seu controle de “mesas para visitar”. Nos vemos em dezembro na maior Comic Con das Américas.
Um abraço.
Luciano Salles.
Festival de Quadrinhos de Limeira com Pedro Mauro
em primeiro plano, Sam Hart, Rafael De Latorre e
Marcelo Maiolo ao fundo. Foto por Luciano Salles.
 
Olá, tudo bem?
Fui um dos convidados para o 3º Festival de Quadrinhos de Limeira, uma cidade de tamanho médio e localizada no interior do estado de SP.
A cidade fica, de certa forma, próxima de São Paulo Campinas, dois grande polos. Enfim, Limeira é uma cidade muito bem localizada para acontecer um evento de quadrinhos no interior do estado.
Ao chegar na Faculdade de Administração e Artes de Limeira, local que acolheu tão bem o Festival, a sensação térmica e a poeira da estiagem compuseram uma perfeita e natural ambientação em homenagem aos 70 anos do TEX, tema do evento.
Acho que vale ressaltar que o Festival passou a ser incorporado nas datas comemorativas da Prefeitura, o que de certa forma, facilita os próximos a acontecerem com apoios e investimentos tão necessários.
Beco dos artistas ou Artists’ Alley.
Foto por Luciano Salles.
O evento foi muito bem organizado. Os artistas foram acolhidos com uma excelente hospedagem no National Inn, com o ônibus nos transportando
do hotel para o evento (a cordialidade e educação do motorista do ônibus – que agora não consigo lembrar o nome – é algo que merece ser destacado). 
O Festival, ainda em sua terceira edição, já não engatinha mais. Anda com perna fortes, com passos conscientes e certeiros. O beco dos artistas, ou Artists’ Alley, foi amplo, muito bem organizado e para minha surpresa, com um excelente publico de diversas cidades e também de outros estados. Fiquei extremamente feliz em ter sido lembrado e convidado pelo organizador geral de todo evento, Renato Frigo
Falando em nomes, fui vizinho de mesa do grande Sam Hart e família, tomei um longo café da manhã com o lendário Marcatti, junto do grande Pedro Mauro e do Carlos Estefan.
Os fantásticos oficiais selos do TEX!
Não posso deixar de citar e agradecer o carinho do meu amigo Marcelo Maiolo, que comprou um almoço pra mim, levou até a minha mesa e me salvou de perder alguns quilos debaixo de todo aquele calor absurdo que fazia ?
Em suma, o Festival de Quadrinhos de Limeira, não é um evento pequeno. Atende as expectativas do pessoal do interior e também da capital que estava ali também em peso.
Fique atento para que em 2019 você possa participar! Com certeza, se estiver vivo até lá, participarei do evento para prestigiar todo o trabalho do amigo, herói e organizador, Renato Frigo.
Deixo aqui meu sincero agradecimento ao Frigo pelo convite e por toda cordialidade em me receber tão bem.
Fique a vontade para deixar seus comentários.
Beco dos artistas ou Artists’ Alley.
Foto por Luciano Salles.
Todos serão respondidos.

Grande abraço!

Luciano Salles.

Ilustrações para a coluna do ator Daniel Furlan, publicada todas as segundas-feiras no caderno Ilustrada,
na Folha de S.Paulo
Olá, tudo bem?
Ao invés de ficar publicando um novo post, toda segunda-feira, sobre a ilustração para a folha ilustrada, preferi consolidar todos os desenhos na última segunda-feira do mês.
Logo abaixo, junto do nome da coluna deixo o link para a leitura de cada publicação. Basta se cadastrar no site da Folha de S.Paulo para ter acesso a leitura de 10 publicações gratuitas por mês.
– O pênis https://goo.gl/bFvrnt
– Self-service https://goo.gl/yHVHK8
– O brigadeiro https://goo.gl/bfHzYj
Fique a vontade para deixar seus comentários, dúvidas e que mais desejar.
Um abraço.
Luciano Salles.

Olá. Tudo bem?
Essa será uma postagem em dois tópicos:
Commission por Luciano Salles, com base
na foto de Terry O’Neill
01. Commission David Bowie:
Recebi essa encomenda de arte original para ser feita com base na foto de Terry O’Neill, para a divulgação do disco Diamond Dogs (1974, RCA Records). Como sempre faço, pesquiso bastante antes do trabalho e descobri tantas coisas sobre a sessão de fotos, sobre o contato do músico com o fotógrafo, a posição das fotos não utilizadas e tantas outras curiosidades que, caso seja fã de David Bowie, vale muito uma pesquisa a fundo sobre o álbum e as fotos de divulgação.
02. Pinup para a campanha do Catarse de CHAOS, nova HQ de Felipe Folgosi. Não tenho muito claro como foi que  conheci o Felipe. É claro que eu sabia que ele é um ator, que fez e faz teatro, novelas em grande emissoras e que de repente, o via em eventos de quadrinhos, em sua mesa e com suas publicações. O fato é que não me recordo exatamente quando é que começamos a conversar. Acabei participando de um documentário produzido por ele e pelo Jun Sakuma, e assim, flui.

Gabriel, personagem de Felipe Folgosi
em CHAOS, sua nova HQ em campanha
de financiamento coletivo pelo Catarse
Em algumas destas conversas, tive que negar dois pedidos dele por questão de cronograma e prazos até que deu certo. Ele me convidou para fazer um desenho do seu personagem Gabriel, um garoto de uns 8, 9 anos, detentor poderes paranormais e que dará continuação ao seu quadrinho Aurora.

Adendo: fiz um lançamento de EUDAIMONIA em São Paulo, na deliciosa escola Quanta Academia de Arte, um dos meus pontos de parada preferidos quando vou para a capital.

Chego de viagem, tomo um café por um preço normal, como um pão de queijo por um preço normal, vou ao banheiro, escovo os dentes, reabasteço minha garrafinha de água, fico por ali, conversando, desenhando e por vezes, trocando ideias com fenomenal e famigerado, Marcelo Campos.

Por fim, no lançamento, apenas um autor de quadrinhos foi ao evento. E este foi o Felipe. Guardo isso com carinho.


Sempre é bem legal que recebo comentários por aqui. Isso é sinal que estamos nos desvinculando um pouco das redes sociais. Pra mim é uma vitória!
Grande abraço.
Luciano Salles.
Homem-Aranha por Luciano Salles
Sketch cover CCXP17 por Luciano Salles
Olá, tudo bem?
Durante a Comic Con Experience 2017, algumas pessoas me pediram para fazer sketch cover. Durante o evento eu não faço mas sempre dou a opção para a pessoa entregar sua revista pois trago para meu estúdio em Araraquara e depois devolvo com a arte pronta, via SEDEX. Confesso que perco muitas oportunidades de fazer esses trabalhos com essa condição que imponho, entretanto, consigo fazer um trabalho melhor elaborado pelo valor cobrado. Acho justo com a pessoa que está confiando sua revista para uma capa exclusiva.
No segundo dia do evento, um camarada chegou até minha mesa para que eu fizesse um Spider-Man em sua revista com a capa imaculada de branca. Expliquei as condições do parágrafo anterior e combinamos que ele deixaria comigo no dia seguinte. Naquela loucura que é a CCXP, não lembrei que receberia a revista e de fato não recebi.
No dia 29 de dezembro de 2017, recebi um e-mail de um camarada chamado Giovanni. No corpo da mensagem ele explicava que não havia deixado o sketch cover comigo pois havia “caído” de bicicleta e passado por uma cirurgia.

Observação: cair de bicicleta é uma coisa, como deixei claro para o camarada na troca de e-mails que você confere na imagem.

Trecho da troca de e-mail com o ciclista acidentado
O mais legal foi a ideia dele para a arte: um Homem-Aranha com o braço direito quebrado. O mesmo que ele tinha quebrado. Nem preciso dizer que adorei a ideia!
Demolidor por Luciano Salles
Demolidor por Luciano Salles
O Daredevil é resultado das recompensas do Catarse de EUDAIMONIA, minha nova história em quadrinhos que foi publicada e lançada em dezembro de 2017. A recompensa era limitada em 5 apoios e o financiador levava uma arte original em tamanho A4.
Neste desenho eu quis testar o trabalho com as cores chapadas, sem sombreamento, luzes, texturas e o que mais se faz para colorir. Gostei do resultado final.
É isso!
Um abraço.
Luciano Salles
Desenhando e autografando uma edição de EUDAIMONIA
na CCXP17

Olá, tudo bem?

O que estou para publicar desde o término da CCXP17 é sobre uma situação delicada que acontece em convenções de quadrinhos, entre o autor – que também desenha – e o seu leitor, seu fã, seu público ou mesmo alguém que esteja com um caderninho colecionando sketches pelo evento.
Quanto vale um sketch? É justo chegar até a mesa de um(a) artista com um sketchbook e pedir um desenho? Desconsiderar os trabalhos que estão pela mesa e apenas pedir para ele(a) desenhar um batman ou outro personagem?
Sei que isso é recorrente e não tenho a resposta para uma possível equação que solucione esse tipo de pedido, considerando os produtos que a pessoa comprou (ou não) na mesa do(a) artista, o tempo que o(a) artista vai demorar para fazer o desenho, o específico valor daquele trabalho e qual será o destino final daquele desenho.
O que posso fazer é trazer essas questões para o meu mundo, para o que vivo nesta relação direta. Na última CCXP, vendi muitas revistas e prints. Para cada um destes itens vendidos, faço com o maior carinho do mundo um desenho (ou, sketch) e sempre pergunto se posso assinar os prints também. Gosto de fazer o melhor que posso naqueles poucos momentos. Não sou um desenhista tão rápido.
Foto retirada do Facebook de Eduardo Filloy

Entretanto, neste evento, foi a primeira vez que algumas pessoas enfrentaram fila para conseguir um desenho meu em seu caderno. Recebi bem estas pessoas, fiz os sketches e é aí que acontece o dilema: esses desenhos deveriam ser cobrados?

Eu não cobrei por nenhum sketch até porque, não havia uma plaquinha em minha mesa indicando o valor que cobraria por um desenho simples em um caderno, um desenho mais elaborado ou fazer um desenho naqueles quadrinhos com sketch cover (gibis de linha de banca das editoras com capa em branco para seu artista favorito fazer uma capa original e única).
Gibi vendido na CCXP com a capa
do tipo sketch cover

Aliás, para esses gibis com sketch cover, eu sempre aviso que não faço no evento. Se a pessoa quiser, por R$150,00 eu levo o quadrinho para o hotel e faço um trabalho que valha o investimento. Se estiver cansado ou com o tempo curto, trago a revista para meu estúdio aqui em Araraquara, faço o desenho e envio via SEDEX para o cliente.

Se for pensar, eu vivo exclusivamente pelos meus desenhos e quadrinhos, não tenho emprego formal que todo dia X me paga tantos reais como salário então, para cada desenho, eu deveria receber o valor que designei para aquele trabalho. Se seguir essa linha de raciocínio, em eventos, o sketch deveria ser cobrado.

Acredito que com uma simples placa¹ indicando os valores de cada produto da mesa incluindo sketches, desenhos mais elaborados, quadrinhos com sketch cover, os preços das revistas e prints, tudo ficaria mais tranquilo para o(a) artista não ter que se explicar sobre determinada situação. Ainda assim é uma postura delicada pois eu posso fazer deste modo mas muitos outros(as), no Artists’ Alley, não farão desta forma.

¹ Veja a plaquinha de preços do Ben Templesmith.

No canto inferior da foto: placa com os preços de cada item
 que você poderia comprar com o Ben Templesmith.

Existem tantos pontos aqui para serem amarrados que comentários serão muito bem-vindos!

Um abraço.

Luciano Salles.

Ilustração para o Especial Vestibular da Folha de São Paulo.
Foto por Thea Torlashi Severino

Olá camarada, tudo bem?

Hoje foi publicado o ESPECIAL VESTIBULAR No Meio do Ano, um caderno da Folha de São Paulo e que tive a honra em fazer a ilustração para a capa. Fiz duas versões. Uma colorida e outra de acordo com o pedido pela editora do Jornal, como se tudo fosse desenhado com uma caneta esferográfica preta. 
O processo é sempre o mesmo. Faço um “rafe” básico e porcão do que será a ilustração (Sketch 01 – lá no final do post) e, aprovado pela edição do jornal, vou para o desenho final.

Nessa ilustração, especificamente, acabei trabalhando em etapas. No inicio havia um balão de texto para cada “Válvula de Conhecimento” plugada na cabeça do vestibulando.

(Imagem 01): Ilustração para o caderno Vestibular da
Folha de São Paulo por Luciano Salles.
Versão Colorida.

Até então, o desenho trabalhava com um fundo em branco como gosto de fazer. Entretanto todos os balões não seriam mais usados e as ranhuras da mesa começaram a brigar com o fundo em branco.

Por uma boa sugestão da edição do Jornal, decidimos inserir um cenário mínimo  que fiz como o ambiente de estudo do vestibulando. Com essa alteração, enviei dois arquivo para o Jornal. Uma imagem do estudante sem nenhum balão (Imagem 01) e outra somente dos balões para a diagramação ajustar de acordo com a manchete e textos do caderno.

No final tudo deu certo.

Sempre, contando com um provável plano B, trabalho com uma versão colorida e que também disponibilizei aqui (Imagem 02). Isso é uma prática minha pois tenho a possibilidade de treinar o trabalho de colorir e, em qualquer surpresa pela velocidade que a redação do jornal vive, ter o arquivo pronto em mãos.

(Imagem 2): Ilustração para o caderno Vestibular da
Folha de São Paulo por Luciano Salles. “Plano B”.

Na imagem 03, você confere o desenho sem o fundo ou cenário e com todos os balões de texto, ainda com base na primeira ideia que fechamos para a edição ou seja, fundo branco.

E para encerrar a postagem, você pode conferir o  rápido rascunho porcão (Sketch 01 que citei no começo do post) que envio para aprovação da ilustração.

É isso. O blog está aberto para receber seu comentário que com certeza será respondido rapidão.

Um abraço!

Luciano Salles.

(Imagem 03): O desenho ainda sem o cenário e com
um balão de texto para cada “Válvula de Conhecimento”.

(Sketch 01): O desenho sempre é pensado antes
de qualquer traço. Então faço um rápido rascunho
(rápido mesmo, menos de 2 minutos)
para aprovação do Jornal.

Spider–Man por Luciano Salles
Olá, tudo bem?
Há quase uns 40 dias atrás, um camarada e amigo me chamou em um conversa online. Através dela e por ele, cheguei a conclusão que deveria treinar a desenhar cenários. Por isso fiz aquele desenho da Ms. Marvel, depois fiz o Tiro no pé, um ilustração para a ZUPI e, agora, fiz esse Homem Aranha.
Confesso que estou praticando e ainda não cheguei nem em 80% da plasticidade que quero com os personagens interagindo com os cenários mas estou estudando. Acredito ser muito bom reconhecer falhas no seu desenho. É um processo de aprendizado e apaziguamento do ego.
Enquanto ia produzindo o desenho, conversamos online sobre o andamento. Foram algumas tentativas. Na minha primeira fiz um Aranha muito duro. Ele estava muito forte (sketch 1) e não estava nem um pouco “aracnídeo”.
Então, fiz alguns rascunhos rápidos de algumas posições mais plásticas (sketch 2) para chegar onde queria. Fiquei com duas opções (sketch 3). 

Sketch 1 – Muito forte, nada aranha

Tenho mais dois camaradas, um quadrinista e outro colorista, que sempre mostro as versões finais. Sempre gosto da opinião sincera deles.
Enfim, sou grato aos três! Espero que você também tenha gostado do resultado final. Se quiser, deixe seu comentário por aqui. Com certeza responderei!
Um abraço.
Luciano Salles.
Sketch 3 – As duas opções
Sketch 2 – Melhor plasticidade