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Olá, tudo bem?

A primeira resenha que minha nova HQ foi por um site que aprecio muito. O Vitralizado, coordenado pelo camarada Ramon Vitral é fantástico e deixo o convite para ler o review e a entrevista por lá.

Com sempre faço, disponibilizo por aqui também. E, se ainda não comprou sua edição, agora é a hora! E só ir para o Loja Online.

Grande abraço!

Luciano Salles.

Limiar: Dark Matter e o fim de um ciclo na carreira de Luciano Salles

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Limiar: Dark Matter e o fim de um ciclo na carreira de Luciano Salles
Luciano Salles diz estar encerrando um ciclo com o lançamento de Limiar: Dark Matter. A carreira do artista no mundo dos quadrinhos começou em 2012, com o lançamento de Luzcia, A Dona do Boteco. Com tiragem pequena e poucas páginas, a HQ foi uma espécie de cartão de visitas utilizado pelo quadrinista para apresentar seus dotes artísticos. O lançamento de O Quarto Vivente em 2013 deu início a uma série de publicações encerrada com seu mais recente trabalho. Entre os dois está L’Amour: 12 oz, um dos grandes gibis brasileiros lançados em 2014 e o mais belo e impactante álbum produzido por Salles até hoje.
Limiar sempre foi anunciado pelo autor como o ponto final dessa sua trajetória inicial como quadrinista. Apesar de seus enredos independentes, as três HQs compõem um mesmo cenário, com temas em comum e um mesmo acabamentos editorial. “Criei um diferente nascimento em O Quarto Vivente. Desenvolvi o princípio e o término da vida e do amor em nossas vidas em L’Amour: 12 oz. E, de modo superlativo, um tipo de apego pós vida em Limiar: Dark Matter”, conta Salles em entrevista por email (leia a íntegra no final do texto).
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A leitura de do quadrinho recém-lançado é difícil. Como anunciado pelo próprio autor no início do ano, o livro trata de uma história de vingança envolvendo três amigos. A trama é bem mais complicada que isso. O roteiro é ambientado em um futuro distópico e os colegas em busca de justiça são usuários de uma droga de efeitos mais do que alucinógenos. Eles ganham poderes para enfrentar o assassino do amigo morto.
No início de 2015, Salles comentou por aqui que não gostava de subestimar o leitor: “Ele é a peça chave em uma história em quadrinhos. O ciclo vai se fechar na mão dele, então que o ciclo seja fechado da melhor forma, ou seja, deixando o leitor imerso no que leu. Não estou dizendo que faço isso, mas que procuro (da minha forma) deixar caminhos, atalhos, ensejos, para que o leitor participe de alguma forma do que está consumindo. Eu gosto quando assisto um filme e aquilo me toca de tal forma que me incomoda, induz a repensar algumas coisas e reflito sobre aquilo”.
Se o objetivo de Salles em seu quarto título foi criar essa mesma sensação de desconforto, o quadrinho é um sucesso. Difícil de ser compreendido e com uma colorização bastante incômoda de autoria de Marcelo Maiolo, Limiar: Dark Matter é um dos quadrinhos mais estranhos, difíceis e curiosos do ano.



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– “Não precisamos ficar presos em tipos de histórias que funcionem. Qual será sua contribuição acrescentando mais do mesmo?”
Conversei com Luciano Salles sobre Limiar: Dark Matter. Ele falou sobre suas intenções com a obra, o fim do ciclo iniciado com O Quarto Vivente, a narrativa complexa de seu mais recente trabalho e seus planos para 2016. Papo bem massa. Saca só:

Achei o Limiar o mais estranho dos seus quadrinhos. Acho que é uma pergunta meio besta, mas necessária: como essa história surgiu na sua cabeça?
Tenho um grande amigo que mora no Canadá. Em comum tínhamos outro camarada que de um momento para outro faleceu. Tudo em apenas uma semana. Estava bom e então morto. Ficamos extremamente sentidos e angustiados com a notícia (acho que falávamos ao telefone) quando comentei que somos apenas memória. Nada além de memória. Um tipo de memória que varia de pessoa para pessoa.

A memória de alguém pelo outro depende do tipo de vínculo, afeto e reciprocidade. E foi assim que essa ideia me importunou e se manteve em minha cabeça. Esse foi o mote inicial mas sempre tive a intenção de contar a história como algo claustrofóbico.
Ao longo da produção do Limiar você ressaltou que esse livro fechava uma trilogia iniciada com O Quarto Vivente. Você tem o seu estilo de texto e escrita e os livros seguem um mesmo padrão, mas não consegui encontrar um elemento padrão que fosse comum nos três livros. Acho até cada um muito autônomo em termos de história. Existe um enredo maior que compõe as três obras?
Prefiro não usar o termo ‘trilogia’ e sim ‘arco’. Cada livros independe do outro. São histórias isoladas, pontuadas e que funcionam muito bem sozinhas. Entretanto, ao meu ver, quando finalizei o roteiro de Limiar: Dark Matter, percebi um fato: trabalhei com dilemas que sofremos para aceitar. Sofremos com nossa pequenez e geralmente não aceitamos isso. Somos seres prepotentes, cheios de soberba e discursos prontos. Somos orientados pelo que o momento diz ser adequado. Não conseguimos extrair o melhor de nossos sentimentos e pensamentos. Sempre reagimos com a guarda alta e prontos para atacar pelas costas. Sempre como convém. Sempre com respaldo de outro ou de outros. Sempre imbuindo um respaldo psicológico para nos acalentar. Somos assim.

A partir disso, criei um diferente nascimento em O Quarto Vivente. Desenvolvi o princípio e o término da vida e do amor em nossas vidas em L’Amour: 12 oz. E, de modo superlativo, um tipo de apego pós vida em Limiar: Dark Matter. É exatamente neste aspecto que acredito em que esse arco se encerra.
Para cada mínima ação, uma reação adequada é iniciada. É isso a vida e nunca a aceitaremos assim. Somos prepotentes demais dentro de uma escala universal.
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Um ponto em comum que vi entre o L’Amour e o Limiar é a questão da memória. O grande mote do Limiar parece ser o esforço pela manutenção da lembrança de um amigo. O L’Amour trata da passagem do tempo, algo que está incondicionalmente ligado à memória. Esse é um tema importante pra você?
Sim. Mas são tipos diferentes de memórias. Em L’Amour: 12 oz me preocupei com o sentido termodinâmico do tempo, da vida e amor. Em Limiar: Dark Matter o tempo que quis tratar é aquele que se apaga com seu avançar. Como era o sorriso de uma pessoa querida, por exemplo? Não é estranho quando você não lembra mais de algum aspecto de uma pessoa que se foi? Sendo assim e, respondendo a sua pergunta, a memória e os tipos de memórias são das coisas mais incríveis que existem.

Mas também há outros aspectos na história que estão muito presentes e de fato são tão importantes quanto o que citou. O fato do desconhecimento da composição da matéria escura e do uso dela para catalizar a memória, os elementos químicos que compõem todo o universo desde o big bang, o peso e especificidade de uma fagulha para um requerido reinicio (o limiar a que estamos sujeitos a todo momento), o delicado equilíbrio entre caos e ordem, o nome do personagem, alguns cenários, além do poder de imagens inseridas para uma compreensão e vínculos com as histórias anteriormente publicadas. E tudo isso amarrado dentro de uma típica e simples história de vingança.
Quando conversamos pela primeira vez você comentou comigo que “nunca e jamais se deve subestimar o leitor”. Acho o L’Amour uma HQ mais ousada, mas o Limiar parece exigir mais. Não sei se consegui entender a obra plenamente e creio que essa confusão na minha cabeça faz parte da dinâmica que você propôs ao gibi. Entendo o seu ponto de vista, mas você já pensou se existe um limite para a quantidade de crédito que deve ser dado ao leitor?
É claro que você entendeu a obra e os questionamentos ou sua chamada ‘confusão’ fazem parte da dinâmica. E, sinceramente, não acredito que este limite de crédito deva existir. Qual o motivo que supomos que alguma coisa é incompreensível para alguém? Há não ser que seja um estudo específico que exige uma base muito boa em, por exemplo, cálculo avançado. Mas é história em quadrinhos. Leitura com imagens. Gosto de tentar instigar o leitor de alguma forma.

Agora o que aceito é que esse limite geralmente não existe e é empurrado goela abaixo há todo momento e em todo lugar. Tudo pronto, pasteurizado e pronto para digerir. Muito do entretenimento é assim. Música, cinema, quadrinhos e muito mais. Sei que é arriscado trabalhar desta forma mas, às vezes, ler uma HQ ou mesmo um livro como se vira as páginas de uma revista ‘Caras’ não me deixa satisfeito. Fico entediado e geralmente não termino a leitura.
Assim como na música, existem diversos andamentos e tempos para uma HQ. Não precisamos ficar presos em tipos de histórias que funcionem. É mais ou menos como aplicar um fórmula matemática ideal para a solução de um problema. Penso que desta forma, qual será sua contribuição acrescentando mais do mesmo? Não quero que me entenda como prepotente ou que esteja dizendo que o que eu faço é algo novo e diferenciado. Não, muito ao contrário. Não inovo em nada. Não inovo no traço, no formato e nem na diagramação do álbum que seria o mais fácil em um primeiro momento. A tecla que insisto em fazer soar é a que temos que acrescentar sempre. Nem que seja em um mínimo detalhe.
Deixando de divagar e voltando a resposta de sua pergunta, acredito demais na empatia para com o leitor. Até pelo fato que sou mais leitor e espectador do que um camarada que faz quadrinhos. Faço uma HQ por ano enquanto leio, assisto e escuto muitas coisas dentro deste mesmo período.
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Aliás, pensando nisso, eu fui atrás daquela nossa primeira conversa e lá você fala de alguns cineastas que são referência pra você. Na época você citou David Lynch, Alejandro Iñáritto, Gaspar Noé, Lars Von Trier, Darren Aronofsky e Pedro Almodóvar. Vejo dois padrões óbvios nesses diretores: nenhum facilita o trabalho do público dos seus filmes e as obras deles não costumam ser as mais confortáveis de assistir. Até onde você acha que pode ir em termos narrativos sem afastar o leitor da obra?
Afastar o leitor da obra? Realmente não acredito nisso. Até pelo fato que conto a história que sinto que devo contar. Procuro ser 100% honesto comigo mesmo em cada página que produzo. Como disse, sei que pode ser arriscado trabalhar por essa linha tênue que, pra mim, é uma forma natural de executar o que pretendo. Meus trabalhos são escritos desta forma.

O que me encanta nesses diretores são suas distintas peculiaridades. Me atento demais em figurinos, nas cores, na fotografia e também me encanta o fato de apresentarem o que pretendem. Penso que o Pedro Almodovar não vai filmar algo pelo fato de estar na mídia, saca? Acho que é desta forma que o diálogo com o espectador está aberto.
Não é pelo fato da discussão de gênero, sexismo e outros assuntos estarem tão em voga que vou trabalhar com um destes assuntos, certo?
E você publicou o L’Amour pela Mino e depois quis publicar de forma independente outra vez. Durante a produção do Limiar você foi mostrando seu trabalho para conhecidos e amigos, certo? Que tipo de retorno você recebeu? Você chegou a mudar ou cogitou mudar alguma coisa em função de retorno desses leitores?
As únicas pessoas que conheciam a história desde o roteiro foram o Daniel Lopes, que é o editor da HQ e o Marcelo Maiolo, o colorista.

O trabalho com o Lopes é extremamente tranquilo. Ele entende perfeitamente o que pretendo e todas as sugestões que ele me concedeu eu atendi prontamente pois só tinham a acrescentar e melhorar a narrativa da história. Com o Maiolo é só deixar o monstro trabalhar que é certeza que vai ficar lindo.

No lançamento do quadrinho você comentou comigo que o Viagem Alucinante do Gaspar Noé foi a principal referência que você passou para o Marcelo Maiolo na hora de fazer as cores. O longa tem nas drogas uma de suas temáticas principais. O seu quadrinho também fala de drogas e fiquei com a impressão de vocês estarem querendo remeter a algum tipo de experiência alucinógena. A cor tem um peso mais intenso pra trama nessa HQ do que nas anteriores?
Sim, você está certo. Indico sempre um filme ao Maiolo para eu conseguir transmitir para ele a sensação das cores que pretendo. Acho muito mais fácil indicar um filme do que tentar verbalizar isso. Desta forma as cores para Limiar foram fundamentais para o melhor andamento da narrativa.

E como foi o trabalho com o Marcelo Maiolo? Foi tranquilo chegar à paleta ideal do quadrinho?
Trabalhar com o Maiolo é incrível. Como disse, eu queria transmitir a sensação das cores que desejava e assim indiquei um filme para ele. Não sou um colorista profissional e desta forma não sei como chegar a definir o que desejo nas cores. Por isso indico filmes para ele. Com o roteiro em mãos e o filme para assistir, ele tem a liberdade plena para criar a paleta.

Quando ele começou a me passar as páginas fiquei impressionado! Era exatamente como eu poderia imaginar e queria que as páginas ficassem mas, com certeza, jamais chegaria sozinho naquelas cores. Por isso deixo a dica: se você não é um colorista, chame alguém que entende para fazer isso. Só tem a agregar ao trabalho.
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Estamos às vésperas do FIQ e da CCXP. Como autor independente, o que vão representar para você esses eventos no final do ano? Você estabeleceu alguma estratégia de venda para cada uma dessas convenções?
Esses eventos são extremamente importantes para quadrinistas independentes. É onde posso angariar com os leitores o necessário fundo para quitar minha dívida com a gráfica. Além do fato de fidelizar e fornecer um novo quadrinho as pessoas que acompanham e gostam dos meus trabalhos.

Não montei nada especifico para o FIQ mas para a CCXP vou apresentar prints exclusivos.
E já falamos do seu comentário dizendo que essa HQ representava o final de um ciclo. O que esse final de ciclo significa pra você? Em termos da sua carreira, a publicação do Limiar é o fim de uma fase iniciada com o Luzcia?
Não com Luzcia, mas com O Quarto Vivente. Agora estou livre em relação a um formato físico, de como contar uma história e de novas propostas de roteiro. Terminar esse novo álbum me concedeu uma liberdade criativa imensa.

Esse final de ciclo só me traz imensa vontade de apresentar algo totalmente novo e assim deve ser seguido.

O Limiar acabou de sair, mas você já tem planos para o ano que vem, certo? Você comentou que tem em mente produzir algo menor e com um formato e estilo diferente do que usou até agora. Tem algo mais que você pode dizer sobre isso?
Basicamente só isso. Inclusive o modo de produção da minha futura HQ será diferente. Costumo atualizar em meu blog como anda a produção dos trabalhos. Nesse futuro próximo não farei assim. É difícil inovar mas vou tentar algo diferente.

Então para 2016 pretendo trabalhar muito mais com ilustração. Tentar abrir minha primeira lista de commission, quem sabe…

Contando é claro com uma nova história em quadrinhos. Resumindo é isso.
Olá, tudo bem?
Neste post vou concentrar tudo o que escreverem sobre Limiar: Dark Matter. Também vale o que desenharem e os comentários que receber sobre a HQ. Ah, é não é somente por mídias especializadas, ok?

Por Floreal Andrade, 22 de julho de 2016 – publicado originalmente no Impulso HQ.



“Acho tudo muito infantil. Em contrapartida, acredito que ele exprime uma busca de nossos desejos mais profundos…”, Moebius sobre as histórias em quadrinhos.


Impressionante como os quadrinhos de Luciano Salles conseguem nos atingir de maneira tão profunda e tão impactante. É impactante visualmente, é impactante conceitualmente. Como um me disse um amigo um dia desses “como é bom se perder nos labirintos das HQs do Luciano”.
Lançado de maneira independente, Limiar: Dark Matter encerra um ciclo na carreira desse quadrinhista que despontou no mercado nacional em 2012. Audaci Junior diz que Dark Matter tem uma ligação com outro álbum de Luciano Salles, “O Quarto Vivente” de 2013, e se você conhece essa obra irá perceber que estamos em um mesmo universo. Porém, com a brilhante narrativa de Salles, somos apresentados a três personagens no futuro, lembranças que não são suas, um sonho ou um pesadelo.

Amerício, Carino e Nádio são três amigos que buscam vingança sendo que um está morto. Parece complicado não? E é. A trama ambientada nesse futuro distópico também é composta por uma lendária porta que os amigos terão que passar e a vingança traz consequências não só para eles, mas para todo o universo.

Salles não subestima o leitor, pelo contrário, o faz se esforçar e tentar ler nas entrelinhas, nas entrecores, nos entrequadros, entretempos. Estariam os três amigos sobre efeitos de alucinógenos? A porta fez com que eles ganhassem poderes para enfrentar o assassino do amigo morto?

Salles em toda a sua narrativa cria uma sensação de desconforto e de difícil compreensão. E já que falei de “entrecores”, não posso deixar de citar a paleta de Marcelo Maiolo, que assina a colorização do álbum. O colorista optou por cores não tradicionais nas aplicações de pele e um efeito de brilho nos cenários, deixando as composições cromáticas com contrastes bem interessantes. Lembrando que essa parceria entre Maiolo e Salles já pode ser vista no L’Amour: 12 oz, também de autoria de Salles.


A vingança é dada pela memória, afinal, de acordo com Salles em uma de suas entrevistas, “somos apenas memória e isso se aplica para tudo, inclusive ao Universo”.


Exato. Mais uma vez, Luciano não traz uma leitura fácil. É preciso se esforçar para acompanhar suas páginas. O trio está nascendo ou morrendo? São várias perguntas que podem não ter respostas.

Faça um teste curioso: peça aos amigos que leiam a história e depois que contem a sua versão da mesma. Você perceberá que milhares de outras histórias virão à tona.


Por isso é tão difícil classificar a obra de Luciano Salles apresentada até agora. E pra que classificar se o melhor é ler. Ler e se perder. Aqui estou eu perdido no traço e nas cores singulares de Luciano Salles.

Quando cheguei à última página, não sabia se chegava ao fim ou ao início da aventura.


Limiar: Dark Matter


Edição independente
Roteiro e arte: Luciano Salles
Cores: Marcelo Maiolo
Colorido
21 x 27,5 cm
50 páginas


R$ 35,00

Print da tela do Facebook
Fã arte por Henrique Silva

Recebi essa fã arte do camarada Henrique Silva, que sempre comenta aqui no blog. Adorei ver o personagem Carino em seu ápice!

Aqui está a imagem em alta numa postagem que fez exclusivamente no blog dele:  https://goo.gl/0RVgfa
Valeu Henrique.
Abraço!
LDM na lista de melhores do ano pelo O Grito


“Uma coisa é certa sobre este quarto trabalho de Luciano Salles: o bagulho é louco! Com arte e narrativa que remetem à ficção científica mais psicodélica que a cultura pop pode conceber, Limiar é uma história de vingança ambientada na memória de um morto. Sem economizar em cenas de impacto (“disparar” com a mão e os dedos em forma de revólver, acredite, traz consequências…), Salles consegue combinar ideias e imagens com uma voz peculiar. Não é, definitivamente. uma HQ fácil. Mas, quando o mundo caminha para fórmulas fáceis, é um alívio ver um artista disposto a correr riscos.”

“Esse é uma gibi difícil: imagens, diálogos, interpretações, tudo desafia o leitor. Mas não há uma resposta definitiva para o enigma e a HQ é aberta para a interpretação pessoal. O resultado é uma obra impactante e duradoura, que insiste em voltar à lembrança quando menos se espera”.

Alexandre Carvalho via IG
Por Leandro Damasceno via Twitter










Por Murilo Reis via blog O Paralelo

“Ao ver o nome de Luciano Salles estampado na capa duma revista, o leitor sabe que se deparará com uma história diferente daquilo do qual está habituado…
A arte de Luciano é extraordinária. Ele compõe cenários fantásticos e insólitos que convidam o leitor a parar por um bom tempo diante duma página, analisando cada detalhe daquele traço ao mesmo tempo grotesco e poético”.

Leia toda resenha e entrevista por aqui!

Por Paulo Ramos via Facebook
“Tem um quê de Moebius o roteiro de “Limiar: Dark Matter”, novo álbum de Luciano Salles, publicado de forma independente. Desenhos dele – primorosos – continuam um capítulo à parte”.


Por Ramon Vitral via o site Vitralizado
“Se o objetivo de Salles em seu quarto título foi criar essa mesma sensação de desconforto, o quadrinho é um sucesso. Difícil de ser compreendido e com uma colorização bastante incômoda de autoria de Marcelo Maiolo, Limiar: Dark Matter é um dos quadrinhos mais estranhos, difíceis e curiosos do ano”.
Leia toda resenha e entrevista por aqui!


Por Gustavo Soares via e-mail

“Prezado Luciano,

Recebi hoje a HQ e já furou a sempre longa fila das leituras pendentes. Se me permite, alguns comentários: a edição tá linda (o verniz na capa e contracapa sempre dá um charme) e o desenho no autógrafo ficou muito bacana! 

Só li uma vez (suas HQs costumam “pedir” algumas releituras e essa não é diferente) e já posso garantir que gostei muito! Sua arte está ainda mais dinâmica e curti a diagramação (a segunda página dupla – com o “SPOILER” – deu o impacto que a cena merecia). 

Como leitor compulsivo tenho um ritmo acelerado de leitura e acho que essa foi a primeira vez que me peguei olhando para duas páginas SPOILER e pensando/absorvendo informação, enfim, realmente lendo seu conteúdo.

Divulgarei nos fóruns que participo para tentar trazer novos leitores para suas obras.

Enfim, parabéns por mais um ótimo trabalho e obrigado por não tomar sua dose habitual de metais representativos!

Abraço,
Gustavo Soares
Quarta capa de Limiar: Dark Matter

Onze dias após publicar meu novo quadrinho e com a ansiedade já controlada, posso dividir com vocês que tudo está indo legal.

Ainda não comecei a distribuir as revistas pelas livrarias do pais. Estou aguardando o momento ideal e os melhores parceiros para isso. Já fiz dois lançamentos em Araraquara e um em São Paulo, na Gibiteria. O evento na Gibiteca de Santos foi cancelado, infelizmente. No próximo sábado, dia 24/10, estarei na Quanta Academia, novamente em SP, autografando as edições da HQ.

Entretanto, você já deve saber que por aqui, consegue comprar sua edição já com direito a autógrafo e dedicatória se preferir. O envio é para todo Brasil e faço as postagens com seguro para sua maior segurança.
Abaixo estão três páginas internas da HQ e a capa do álbum.

No vídeo que produzi para o lançamento da HQ é possível ter uma melhor noção da revista como tamanho, o verniz de reserva e outros detalhes.

Grande abraço.
Luciano Salles.
Olá, tudo bem?
Agora sim a Loja Online está liberada para você adquirir sua edição de Limiar: Dark Matter por R$ 35,00.
Estou muito contente com a revista e sou suspeito para dizer que a edição ficou lindona entretanto, ficou bonita demais! Você pode conferir um pouco da HQ no vídeo:

Se ainda ficou alguma dúvida, a revista mantém o mesmo padrão das anteriores L’Amour: 12 oz (MINO, 2014) e O Quarto Vivente (Publicação Independente, 2013). Aqui vão as especificações:
– Formato A4.
– Capa em papel DUODESIGN 300 g/m² com verniz localizado e orelhas de 8 cm.
– Lombada quadrada.
– Cinquenta páginas coloridas em papel couchê 150 g/m².
– Publicação Independente.
Comprando pela Loja Online sua edição já segue autografada, será enviada no dia seguinte ao da compra e acondicionada de forma que a revista chegará intacta para você. Se estiver com alguma dúvida é só enviar um e-mail para contato@dimensaolimbo.com com sua dificuldade.
Motivos para adquirir sua edição? Aqui vai:
01. Dê quadrinho de presente.
02. Garanta sua edição autografada.
03. Limiar: Dark Matter encerra o arco aberto em 2013 com O Quarto Vivente.
04. Conhecer o incrível cenário dos quadrinhos nacionais e independentes.

É isso!
Muito obrigado e um grande abraço.

Luciano Salles.

Olá camarada, tudo certo?
Concedi uma entrevista para o site O Quadro e o Risco do camarada Thiago Borges. Foi uma entrevista super bem feita e bacana. Convido você para a leitura por aqui mesmo (logo abaixo) ou, no site O Quadro e o Risco que por sinal, é bem bonito!
Acompanhe também a contagem regressiva para o lançamento da minha nova HQ pois, já na segunda, a revista estará a venda aqui na Loja Online.
Grande abraço!
Luciano Salles.
Não há dúvidas de que o paulistano Luciano Salles seja uma das forças criativas mais fortes do quadrinho nacional atual. Um verdadeiro feito pra quem, até 2012, trabalhava como engenheiro e bancário – mas compreensível quando se entra em contato com suas obras, complexas e inquietantes, com traços que remetem à arte científica e hiperdetalhada de Moebius e Geof Darrow.
Na próxima segunda-feira, dia 12 de outubro, Salles lança sua nova HQ, chamada Limiar: Dark Matter. Ficção científica viajandona, que envolve três personagens (Carino, Nádio e Amerício) em uma aventura sobre amizade, vingança, morte e os mistérios da existência – mais detalhes sobre o enredo só lendo a obra. O álbum é um projeto totalmente independente e poderá ser adquirido (por enquanto) na lojinha do site dele a partir de segunda.
No bate-papo abaixo, Salles explica a concepção de Limiar: Dark Matter e outros detalhes desse projeto.
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Capa de Limiar: Dark Matter: lançamento é feito de forma independente, sem passar por editoras
Luciano, com Limiar: Dark Matter você volta ao terreno da ficção científica – gênero ao qual pertence outra obra sua, O Quarto Vivente. Qual sua relação com a ficção científica?
Luciano Salles: Sempre adorei o tema, mas o fato de Limiar ser sobre o assunto foi algo natural. Não fico matutando sobre o que será minha próxima HQ, se vou escrever algo de terror, erótico ou mesmo outra ficção. Simplesmente algum tema me intriga e vou montando uma história em minha cabeça.
E como será a abordagem da história? Seguirá uma linha narrativa mais reflexiva, assim como seus outros trabalhos?
Diferente de L’Amour: 12 oz, sigo reto em Limiar, inclusive narrativamente. Entretanto, eu gosto de me comunicar com o leitor, de poder deixar aberto algumas questões dentro da história e quem sabe, de alguma forma, incentivá-lo a conhecer uma nova zona de interesse. Mas tudo isso é a história que me concede. Não fico forçando a barra.
Dark matter significa “matéria escura”, um dos elementos mais importantes para a formação do universo, porém menos compreendidos pela ciência. Por que usar um termo tão desconhecido logo no título?
A matéria escura compõe praticamente 95% do universo. Há teorias, hipóteses e muitos testes sendo feitos sobre ela, mas não a compreendemos por enquanto. E o fato de não compreender algo me intriga. Quando estava trabalhando na produção da obra, tinha duas opções: ou Limiar ou Dark Matter. Queria muito usar a primeira, mas achava a segunda muito sonora. Para resolver o conflito, foi só acrescentar dois pontinhos ali.

Você já comentou que Limiar fecha um arco de histórias iniciado em O Quarto Vivente e aprofundado em L’Amour: 12 oz. Essas obras foram pensadas para funcionar como uma trilogia ou a ligação temática surgiu naturalmente?
Elas nunca foram pensadas em funcionar como trilogia – até pelo fato de que imaginar isso me traz certo incomodo. Somente quando estava relendo o roteiro de Limiar para a primeira revisão (feita pelo Daniel Lopes, do Pipoca e Nanquim) que percebi que havia unido de forma sutil as três histórias. Não há elementos em comum entre elas, mas se conversam. O que abri em 2013 com O Quarto Vivente se encerra subjetivamente em Limiar: Dark Matter. Quem acompanhou a sequência das histórias sentirá isso. Todavia, se alguém for ler Limiar sem ter lido as outras, não há nada que atrapalhe.
Limiar traz ainda sua segunda parceria com o colorista Marcelo Maiolo (nota do blog: entrevistei o Maiolo aqui). Como se dá a questão criativa quando outro profissional trabalha com você?
Antes de mais nada, ter a honra de trabalhar com um profissional da estirpe do Marcelo Maiolo é algo incrível. E, respondendo sua pergunta, dou liberdade criativa total para ele criar a paleta de cores. O que faço é enviar o roteiro e indicar um filme para ele assistir. Esse filme mostra o caminho por onde desejo que as sensações das cores fluam – para este trabalho, indiquei Enter the Void, do argentino Gaspar Noé.
E, a partir desse ponto, ele vai me enviando as páginas – e fico assustado como ele entende perfeitamente o que eu imaginava. Acredito que deixo a liberdade criativa dele trabalhar associada a uma ideia primária minha.
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Página de Limiar: a arte de Salles remete ao hiperdetalhismo de um Moebius, um Geof Darrow
Seu trabalho reflete uma visão europeia sobre a arte, na qual o sentido de uma obra só se completa no espectador/leitor. Digo isso pois muitos resenhistas de quadrinhos consideram que suas HQs são leituras mais complexas, pois você não costuma entregar os significados de bandeja para o público. Você busca, de forma consciente, instigar a participação do leitor na construção da obra?
Sim, faço de forma consciente – e não quer dizer que vá fazer isso sempre -, contudo acredito ser algo fundamental no modo em que trabalho. Eu gosto que o leitor, com sua carga afetiva e seus embasamentos de vida, leia e se aproprie conforme sua condição o conforta ou, principalmente, o desconforta. Parece ser coisa de doido isso, mas me incomoda a pasteurização da cultura.
Isso pode soar presunçoso, mas é a melhor forma que descobri para me comunicar com as pessoas. Não quero dizer que meu trabalho é bom, e talvez não seja nada além de outra pasteurização, porém é como consigo levar minha voz por textos e imagens. De nenhuma outra forma conseguiria. Não é presunção e, sim, contato.
Um tema recorrente em seus quadrinhos é a existência humana: ao mesmo tempo em que somos seres físicos, ocupando um espaço físico no mundo, também somos formados por conceitos, símbolos (que podem ser sentimentos, memórias). Existe algum motivo pessoal para essa sua busca em entender o que é ser humano?
A condição humana sempre me instigou. Não tenho resposta para nada, somente milhões de “por ques” em minha cabeça. Muitos conceitos me incomodam. Qualquer forma de poder, controle ou mesmo grupos seletivos trazem certo desconforto. Um exemplo simples, ordinário e que existe em todos os lugares: clubes.
Clubes privativos, em que o ingresso se dá mediante um convite ou mesmo mensalidade, mostram nossa mesquinharia e segregação. Qualquer tipo de partido me incomoda pois sempre defenderá primordialmente seus interesses. Entretanto, pelo fato de termos duas orelhas e uma boca, eu prefiro ouvir mais do que falar.
Quanto tempo você levou entre a concepção e a finalização de Limiar?
Demorei uns nove meses. Não gosto de fazer um álbum correndo. Se, por exemplo, a dois meses de um FIQ ou Comic Con Experience eu não tiver uma nova HQ para ser lançada, não farei algo somente para ter o quê apresentar. Durante quase vinte anos, trabalhei contra o relógio com metas, gestão de pessoas, orçamentos, prazos e tudo mais que possa deixar alguém doente. Não quero que as histórias em quadrinhos tomem esse caminho.
E, aproveitando a ideia da trilogia inconsciente formada pelos seus três últimos álbuns: existe alguma chance de você revisitar os personagens de Limiar em trabalhos futuros?
Sinceramente, se for pra fazer isso será com Luzcia, protagonista da minha primeira HQ, Luzcia, A Dona do Boteco (pode ser lida online aqui). Adoro a pinga dela.
Capa de Limiar: Dark Matter. Por Luciano Salles
e Marcelo Maiolo.
Olá, tudo bem?
Finalmente!
Essa é a capa de Limiar: Dark Matter. Estava bastante ansioso para revelar a imagem da minha nova HQ e espero que tenha gostado! É muito recompensador quando percebe que realmente vale a pena todo esforço de quase 9 meses de trabalho.
Limiar: Dark Matter é uma história pontual e que, dê certa forma, encerra subjetivamente o que foi aberto em 2013 com o lançamento de O Quarto Vivente, passando por L’Amour: 12 oz publicado em 2014 pela MINO.
Como sinopse, tenho apresentado que Limiar: Dark Matter é uma história de vingança de três amigos sendo que um deles está morto.

Como de fato é um fechamento de arco, eu não poderia fazer diferente das publicações anteriores. Mantive o mesmo padrão gráfico de impressão e cuidados. Assim as três revistas ficarão bonitas, todas juntas na estante.

Limiar: Dark Matter de Luciano Salles.
Cores por Marcelo Maiolo.

A HQ custa R$ 35,00 e tem 50 páginas todas coloridas pelo Marcelo Maiolo, impressas em couchê fosco 150gsm, capa impressa em papel DUODESIGN 300gsm com orelhas de 8cm, lombada quadrada e verniz localizado.

Limiar: Dark Matter conta com:
Cores por Marcelo Maiolo.
Edição por Daniel Lopes.
Revisão por Audaci Junior.

Já no dia 12 de outubro você pode garantir seu exemplar da minha nova HQ na também nova Loja Online, aqui mesmo no blog. Fiz essa migração para incluir mais facilidades e segurança para você comprar além das revistas, prints e originais. Além do método de pagamento pelo PayPal, inseri o PagSeguro.
Mudei as formas de envio e agora serão também por SEDEX e PAC. Antes eu enviava todas as revistas por Carta Registrada Módico entretanto, algumas entregas demoravam até 28 dias para chegar ao destino – dependendo do estado – e o valor da Carta Registrada está chegando bem próximo ao PAC e ao SEDEX.

Entretanto, por ser mais barato, vou manter a opção da Carta Registrada – Módico na antiga loja online. Vai ser bem simples e para qualquer dúvida, deixei um canal aberto para as soluções.

Lançamentos.

– Araraquara (SESC Araraquara com oficina de roteiro, narrativa e bate-papo com o colorista Marcelo Maiolo) – 14 e 15/10/2014
– Araraquara (Mondrian Ambiente) – 16/10/2015
– São Paulo (Gibiteria) em 17/10/2015
– Santos (Gibiteca de Santos) em 18/10/2015
– São Paulo (Quanta Academia de Artes) em 24/10/2015
– Belo Horizonte (FIQ – Serraria Souza Pinto) entre 11 e 15/11/2015
– São Paulo (CCXP – São Paulo EXPO) entre 3 e 6/12/2015
É isso!

Fique a vontade para deixar seu comentário aqui no blog e um grande abraço.
Luciano Salles.
Olá camarada, tudo certo?
Na Comic Con Experience de 2014 fui convidado pelo famigerado Lobo para gravar No fio do Bigode, uma série que entrevistas autores de quadrinhos dentro de grandes eventos. Fiquei honrado em ter gravado com os camaradas e o vídeo foi disponibilizado na semana passada no canal do Youtube do Quadrinhos para Barbados.
Converso sobre L’Amour: 12 oz, meu processo de trabalho, influências e divago (utilizando somente o verbo ‘encasquetar’) sobre como o café esfria…
Deixo aqui convite para você assistir o vídeo, comentar, assinar o canal do Quadrinhos para Barbados e compartilhar a vontade.
Grande abraço.
Luciano Salles.

Recorte de um quadro de Limiar: Dark Matter, a nova
HQ de Luciano Salles com cores de Marcelo Maiolo.
Ok, o tempo passa e outubro está chegando.
Ou melhor, 12 de outubro, dia do lançamento da minha nova HQ. É um trabalho lascado mas com certeza bom demais.
Se ainda não leu as quatro atualizações anteriores aqui estão todos os links:
Páginas pixelizadas com a paleta de Limiar: Dark Matter
Agora vamos para as novas!
26. A revista já está toda pronta, com capa, ISBN, ficha catalográfica, diagramada e agora em processo de revisão final do texto. Hoje fiz a revisão de todas as páginas coloridas. Tudo está ok e somente recebendo um última afinação.
27. Como pode perceber aqui estão as páginas super pixelizadas e da para conferir a paleta que o Maiolo chegou a partir das referências que enviei.
28. A gráfica já foi escolhida e posso antecipar que o preço da revista ficará entre R$ 30,00 e R$ 35,00. Ainda faltam alguns detalhes para chegar ao valor ideal mas a HQ segue o mesmo padrão de O Quarto Vivente e de L’Amour: 12 oz ou seja, formato A4, lombada quadrada, capa com verniz de reserva, orelhas, papel couchê 150gsm, costurada e colada
29. Já há três datas de lançamentos confirmadas. Outros locais bem legais estão sendo agendados e só faltam as datas para ter a certeza do evento. O que já está confirmado:
– Araraquara (Mondrian Ambiente) – 16/10/2015
– São Paulo (Gibiteria) em 17/10/2015
– Santos (Gibiteca de Santos) em 18/10/2015
– Belo Horizonte (FIQ – Serraria Souza Pinto) entre 11 e 15/11/2015
– São Paulo (CCXP – São Paulo EXPO) entre 3 e 6/12/2015
30. E não aguentei e revelei para você um quadro da HQ.
31. Para fechar as novidades, existe uma página de Limiar: Dark Matter no Facebook. Deixo o convite para você curtir a página.
É isso camarada!
Um grande abraço para você.
Luciano Salles.
Paleta de Limiar: Dark Matter
por Marcelo Maiolo
Olá camarada, tudo certo?
Essa é a quarta atualização sobre Limiar: Dark Matter. Se ainda não leu nenhuma das outras três aqui estão elas:
Seguindo a numeração das anteriores:
20. Todas as páginas estão desenhadas e o Marcelo Maiolo já está colorindo. O que posso dizer? Somente que o Maiolo mais um vez chegou na paleta exata e é essa que você pode conferir ao lado! Aliás, um pedaço dela.
21. Hoje começo o desenho das capas da HQ. Esses desenhos já estão definidos e agora é hora do lápis e nanquim.
22. Com as capas prontas envio tudo para um segunda revisão. É bem o item 05 da lista de 21 dicas que fiz para um quadrinista independente diz, saca?
23. Comecei a organizar as datas e locais de lançamento de Limiar: Dark Matter. As cidades que já estão certas são Araraquara, Ribeirão Preto, Piracicaba e São Paulo.
24.  A data oficial de lançamento da HQ será dia 12/10/2015. Então a partir de 00h do dia 12 de outubro você poderá garantir seu exemplar autografado através da Loja Online aqui do bloqueaste.
25. As cotações dos valores para impressão da revista já estão sendo feitas mas como ainda não fechei o custo final nem a Gráfica, não tenho como informar o valor de venda da HQ.
Assim que tiver novidades como o preço da revista e datas exatas dos lançamentos na cidades atualizo aqui novamente.
Grande abraço!
Luciano Salles.
Print do Tintin
Olá camarada, tudo certo?
Entre os dias 16 e 19 de julho estarei em São Paulo para dois eventos:
Bate-papo com os autores e editores da MINO (dia 16/07/2015 pontualmente às 19h na Gibiteria)
21º Fest Comix (17/07/2015 a 19/7/2015)
No bate-papo acompanho os autores Diego Sanchez, Pedro Cobiaco, Shiko, os editores Lauro e Jana Larsen com a intermediação do Lielson Zeni.
Para o Fest Comix estou pensando em levar para vender prints do Tintin e talvez o print do teaser da minha nova HQ Limiar: Dark Matter. Além dos prints, estarei com minhas HQ O Quarto Vivente, L’Amour: 12 oz e um alguns desenhos originais.
Print do teaser de Limiar: Dark Matter
Estarei no estande da MINO junto de todos os artistas da editora ou seja, estarei junto do icônico Mike Deodato, Pedro Cobiaco, Shiko e Diego Sanchez.
Se já tem O Quarto Vivente e L’Amour: 12 oz apareça lá para eu rabiscar sua revista! Se ainda não tem nenhuma das duas fica o convite de uma excelente oportunidade para conhecer todo o catálogo da editora MINO.
Tenho certeza que vai ser demais!
Espero você lá.
Grande abraço!
Luciano Salles.