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Olá camarada, tudo bem?
Ainda no clima pós Comic Con Experience e pré festas de final de ano, lanço a promoção da Trilogia Fechada com Frete Grátis ou incluso, como preferir!
O preço cheio das histórias em quadrinhos são R$ 20,00 por O Quarto Vivente, R$ 37,00 por L’Amour: 12 oz e R$ 35,00 por Limiar: Dark Matter.
Você paga esses R$ 92,00 pelas três revistas sendo que o frete foi diluído nos três álbuns. Isso mesmo! Você adquire todo arco com O Quarto Vivente, L’Amour: 12 oz e Limiar: Dark Matter e ainda recebe de graça, no endereço que preferir e com todas as revistas autografadas.

Quer presentear alguém?

Essa é uma boa oportunidade para aproveitar e dar quadrinhos de presente.

                 

Muito obrigado e um grande abraço!

Luciano Salles.

Olá camarada, tudo bem?

De 3 a 6 de dezembro acontece em SP, no Centro de exposições São Paulo EXPO, a segunda edição da – já fantástica – Comic Con Experience ou, simplesmente, CCXP. Tenho a honra de também, pelo segundo ano, estar lá, alocado na MESA 47 do artists’ alley.

Ir ao evento só se fez possível através do apoio cultural e incondicional da Mondrian Ambiente, que também pelo segundo ano consecutivo me apoia com a hospedagem para o evento (muito obrigado Teresa e Bela por confiarem a acreditarem no meu trabalho). E também conto com o fenomenal apoio da World Game, do amigo Leo, que também pelo segundo ano faz parte do acontecimento. Valeu fenomenal!

Ainda vou publicar uma nova postagem antes do evento com o que levarei mas já adianto que além dos meus três quadrinhos, levarei prints especialmente feito para a CCXP, os originais destes prints e algumas páginas originais da minha nova HQ Limiar: Dark Matter e da anterior L’Amour: 12 oz.

Assim, fique atento a nova atualização pois aqui estarão todos os itens e talvez já disponibilize botões para a compra antecipada dos originais. Comprando pelo site você consegue parcelar e retira com toda segurança no evento. Combinado?

Dia 27/11 subo os itens em um novo post.

Grande abraço.

Luciano Salles

Olá camarada, tudo certo?
Na Comic Con Experience de 2014 fui convidado pelo famigerado Lobo para gravar No fio do Bigode, uma série que entrevistas autores de quadrinhos dentro de grandes eventos. Fiquei honrado em ter gravado com os camaradas e o vídeo foi disponibilizado na semana passada no canal do Youtube do Quadrinhos para Barbados.
Converso sobre L’Amour: 12 oz, meu processo de trabalho, influências e divago (utilizando somente o verbo ‘encasquetar’) sobre como o café esfria…
Deixo aqui convite para você assistir o vídeo, comentar, assinar o canal do Quadrinhos para Barbados e compartilhar a vontade.
Grande abraço.
Luciano Salles.

Olá, tudo bem?
Depois de quase um ano do lançamento de L’Amour: 12 oz ainda pipoca de vez em quando uma resenha da revista. Desta vez o texto saiu no site Coxinha Nerd.
Confira o texto aqui ou conheça o site Coxinha Nerd.
Grande abraço.
Luciano Salles.

Review HQ: L’Amour 12 oz!

Quando eu li a HQ L’Amour: 12 ozpela primeira vez foi como um soco no estômago. Sim, eu li mais de uma vez e, tenho certeza, você também fará isso. É impossível parar na primeira leitura. Você embarcará na viagem narrada por Luciano Salles de tal forma que, ao se ver no fim dela, você precisará refazê-la. Precisará, de fato.
Editora Mino

O prazer de ler essa história só não é maior do que se perder nas linhas tortas do artista, totalmente fora do padrão de beleza estabelecido pela sociedade – graças aos céus por isso! As expressões dos personagens, cheias de dor e ternura e de angústia e amor, vivos como não se costuma ver por aí, nos envolve nessa história de amor e boxe, de idas e vindas da vida.

Luciano tem o grande mérito de nos entregar uma história que não se encerra, visto que, ao nos fazer refletir sobre suas decisões narrativas, nos faz escrevê-la também da nossa forma, a cada leitura, tornando-nos coautores mesmo sem estarmos preparados para isso. Recomendo fortemente que você pare agora e comece a ler L’Amour: 12 oz. Eu ainda não consegui parar.

L’Amour: 12 oz é um lançamento da Editora Mino (dá uma lida na entrevista que fizemos com a Mino, clicando aqui). Conheça o blog de Luciano Salles, clicando aqui
Olá, tudo bem?
Ontem foi divulgado os vencedores do 27º Troféu HQMIX e infelizmente não levei o prêmio em nenhuma das três indicações que recebi.
Agradeço imensamente você que votou em mim na categoria Desenhista Nacional ou em L’Amour: 12 oz na categoria Edição Especial Nacional ou ainda no curta-metragem Luzcia, a Dona do Boteco, na categoria Adaptação para Outras Mídias.
Na imagem ao lado estão todos os vencedores da edição de 2015 e o troféu lindão! Para a todos!
Grande abraço.
Luciano Salles
Print do Tintin
Olá camarada, tudo certo?
Entre os dias 16 e 19 de julho estarei em São Paulo para dois eventos:
Bate-papo com os autores e editores da MINO (dia 16/07/2015 pontualmente às 19h na Gibiteria)
21º Fest Comix (17/07/2015 a 19/7/2015)
No bate-papo acompanho os autores Diego Sanchez, Pedro Cobiaco, Shiko, os editores Lauro e Jana Larsen com a intermediação do Lielson Zeni.
Para o Fest Comix estou pensando em levar para vender prints do Tintin e talvez o print do teaser da minha nova HQ Limiar: Dark Matter. Além dos prints, estarei com minhas HQ O Quarto Vivente, L’Amour: 12 oz e um alguns desenhos originais.
Print do teaser de Limiar: Dark Matter
Estarei no estande da MINO junto de todos os artistas da editora ou seja, estarei junto do icônico Mike Deodato, Pedro Cobiaco, Shiko e Diego Sanchez.
Se já tem O Quarto Vivente e L’Amour: 12 oz apareça lá para eu rabiscar sua revista! Se ainda não tem nenhuma das duas fica o convite de uma excelente oportunidade para conhecer todo o catálogo da editora MINO.
Tenho certeza que vai ser demais!
Espero você lá.
Grande abraço!
Luciano Salles.

Olá camarada, tudo bem?

Sou um dos artistas convidados para o 21º Fest Comix que acontece entre 17 e 19 de Julho, no São Paulo EXPO.

O Fest Comix é a maior e mais tradicional feira de quadrinhos do Brasil organizada pela Comix.

É uma baita honra ser convidado para este evento e ressalto que estarei presente no estande da editora MINO.

Leve lá sua edição de L’Amour: 12 oz para eu dar aquela rabiscada ou então garanta sua edição ali mesmo!

Grande abraço.

Luciano Salles.

Olá camarada, tudo certo?

O fotógrafo Deivide Leme iniciou uma série em vídeo chamada Perfil. Tive a honra de ser convidado para inaugurar os filmes. Ali falo sobre minha profissão, escolhas, encontros e vida como quadrinista.
Deixo aqui o vídeo e o link do canal: https://www.youtube.com/watch?v=D1TnhaF3tyY

Grande abraço.

Luciano Salles.

Olá camarada, tudo certo?

L’Amour: 12 oz ainda continua conquistando resenhas. Fico extremamente satisfeito e honrado em ler textos sobre a HQ e ver que de certa forma, a revista tem a atingido o objetivo proposto.

Ontem saiu uma resenha muito interessante e bem escrita no site Quadrinhos na Sarjeta. O autor da resenha discute, no discorrer do texto, o termo ‘quadrinhos de autor’. Convido você à leitura e para conhecer o site, que até então, confesso, não conhecia.

‘O autor que esconde’: Sobre L’Amour: 12 oz : Link direto para a resenha no Quadrinhos na Sarjeta.

Entretanto, com sempre faço, deixo o texto na integra para leitura aqui também.
Espero que goste do texto.
Um grande abraço!

Luciano Salles.

“O autor que esconde”: sobre L’amour: 12 oz

Por Em 

Ano passado ocorreu a estreia da editora Mino no mercado de quadrinhos brasileiros. A aposta, segundo a própria editora, é “publicar quadrinhos autorais que possuam em comum uma personalidade marcante tanto de traço quanto de narrativa”. Ainda estou devendo ao QnS um texto mais aprofundado sobre o porquê das minhas ressalvas com esse selo chamado “quadrinho autoral”. Para ser direto: a autoria é uma invenção de gênero, um pouco diferente é verdade, mas ainda assim joga com convenções, categorizações e é cheia de clichês. Não podemos esquecer que a autoria, como hoje a entendemos, é algo sustentando pelo romantismo do século XIX, algo com o que as artes no século XX se degladiaram de diferentes formas, indo da morte do autor na literatura à política dos autores no cinema. 
Porém, esse é um outro papo. O que quero, neste momento, é analisar mais pontualmente como essa tradição da autoria aparece na primeira HQ publicada pela Mino: L’amour: 12 oz, de Luciano Salles. De certa forma, as pretensões dos quadrinhos autorais encontram em L’amour uma filiação bem clara, um sub-gênero desse gênero maior chamado de “arte autoral”.


A exemplo do que já ocorrera com sua HQ anterior, O Quarto Vivente, Luciano Salles joga com o enigma. O desenho é composto de fundos chapados, com pouquíssima perspectiva, sobrepostos de objetos e pessoas cheias de dobras, marcadamente em volta dos olhos dos personagens. Isso por si só já causa um efeito bastante peculiar. Porém, serve apenas de sustentação, atmosfera de estranhamento, para o enigma de L’amour: 12 oz que já começa pelo título. É a trama, ou melhor, a nossa dificuldade em assimilar o que está sendo tramado que Luciando Salles parece se divertir (e divertir quem gosta do trabalho dele). A extensa e cuidadosa análise de O Quarto Vivente por Paulo Cecconi, Lauro e Janaina de Luna Larsen (os dois últimos, editores da Mino) dá o tom da brincadeira que L’amour parece continuar. 
O que está em jogo? A nossa capacidade de montar quebra-cabeças. Isso se dá de muitas formas: existem os quadros insistentes em que nós nos perguntamos porque tal detalhe está sendo tão frisado (como no começo, nas pernas e meias estapafúrdias de um dos nossos boxeadores); tem também as séries de números que excessivamente acompanham os quadros, o que pode ser somente a hora do evento, mas pode ser também outra coisa; além das narrativas alternadas com os mesmos personagens em contextos distintos, fundos mutáveis, tempos diacrônicos, com ações que se completam páginas e páginas depois do seu intervalo. As cores de Marcelo Maiolo contribuem para essa atmosfera, gerando continuidade e corte, como na virada de página em que uma mesma ação muda de cor e linha de profundidade quando outro boxeador hesita em agredir o nosso protagonista.
De fato, é possível encher a boca para chamar de “história em quadrinhos autoral” o trabalho de Luciano Salles. E isso se dá justamente pelo o que há nele de respeito, de filiação formal a um gênero. Falo do simbolismo, da escola artística, filha direta do romantismo que fazia do enigma sua poética. O que um simbolista opera é a entrega de um signficante poderoso com um significado oculto. Esse significado só será revelado se você topar jogar – com quem? com o autor, o cara que está te convidando a mergulhar na sua obra e fazer dela uma arqueologia dos símbolos. Isso é algo bem diferente do surrealismo, por exemplo, onde o significado já está perdido de vez (e com isso, também o autor). O simbolismo, pelo contrário, faz do hermetismo a casa secreta onde o autor aguarda a chegada do leitor, isto é, se você, leitor, quiser ir até ele. Se você se recusar a partir nesse encontro, o jogo perde todo o sentido e a obra deixa de operar o que ela tanto se esforça em fazer. 
Isso não quer dizer que outras leituras não são possíveis em L’amour, porém quer me parecer que outras jornadas (como a surrealista que acabei de falar) tendem a delegar à HQ o estéril espaço do “cara, que loucura legal esse L’amour. Mas então, tu viu o novo trailer da Marvel e…”. Em resumo, o que quero dizer é que L’amour parece se completar somente se você o insere no gênero do quadrinho autoral, da HQ que traz, embutida em sua poética, o reconhecimento de um ator que diz “decifra-me ou te devoro”. 
Eu acho que matei parte do enigma ao final da leitura, mas a resposta pouco importa, É o processo que é caro ao simbolismo, é ele que sustenta o “ei, aqui existe um autor”. A pergunta – e provocação – que se pode fazer é: L’amour: 12 oz sobreviveria sem a presença simbólica de seu autor nos golpeando de mais e mais símbolos? Posto de outra forma, será que haveria luta simbólica na ausência desse ilustre oponente chamado de autor? É possível, mais daí acho que já não é mais boxe, e sim a solidão do alpinismo na leitura – mas esta é outra aventura. 
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L’amour: 12 oz saiu pela Mino em 2014, em excelente acabamento e cuidadosa edição.

Olá, tudo certo?

Saiu uma resenha de L’Amour: 12 oz que me parecer ser a mais literal e direta sobre a história. Saiu no blog O Paralelo, do Murilo Reis. Ele fez uma resenha direta e pontual sobre o enredo. Em um parágrafo resumiu toda história. Fiquei bastante feliz com este texto.

Aqui você pode ir direto para O Paralelo e conferir o texto e todo blog!

Deixo toda a resenha logo abaixo se preferir.

Grande abraço.

Luciano Salles.

L’AMOUR: 12 OZ, DE LUCIANO SALLES

Escrever essa resenha foi tão desafiador quanto ler L’amour: 12 OZ, da autoria do paulista residente em Araraquara (minha terra) Luciano Salles, edição da Mino. E, pelas matérias, resenhas e entrevistas que vêm sendo publicadas em blogs e jornais, essa é a intenção do quadrinista: fazer com que o leitor saia do conforto de apreciar uma história linearizada com começo, meio e fim. A sensação é a de estar num ringue, frente a frente com um hábil e veloz lutador.
Aquele que segura o livro nas mãos certamente será desafiado a fazer várias leituras e diferentes análises, tarefa que não se configura apenas pela complexidade da trama, construída num entrecruzar de tempos passados, presentes e futuros, mas também pelo prazer de estar em contato com uma obra de qualidade.
L’Amour-12-Oz-IMAGEM-SECUNDÁRIA-e1411543505962-509x350Há duas histórias paralelas que se tocam pela forma como o amor é representado.
Um ex-lutador de boxe o demonstra a seu companheiro doente amparando-o até o final de sua vida. O tempo, travestido na figura de um corredor, acaba por se apaixonar pela neta do ex-boxeador, testemunha ocular diária de que existe, sim, o amor imortal, aquele que, como versou Vinicius de Moraes em “Soneto de fidelidade”, não é infinito, posto que é chama, mas que seja eterno enquanto dure. Ciente de que um inesperado cruzado à la Muhammad Ali havia atingido seu coração, o corredor passa a dar seus saltos espaciais e temporais de modo que cruzasse o caminho da mulher de sua vida. O amor que não sucumbe ao tempo o nocauteia e aplica sua revanche, já que, sentimento frágil e complexo que é, na maioria das vezes é atropelado pelo passar das primaveras.
L’amour: 12 OZ direciona o olhar do leitor para os detalhes, as miudezas e pequenos ruídos que rondam o cotidiano das pessoas. A arte de Luciano Salles mostra indivíduos que, longe de pertencerem aos padrões de beleza impostos pela sociedade (ainda bem), possuem traços marcantes, que tornam-se ainda mais bonitos graças às cores empregadas pelo “camarada” Marcelo Maiolo.
O volume é dividido em três intervalos, ilustrados por Rafael AlbuquerqueMarcelo Braga e Gustavo Duarte. Os especialistas em quadrinhos Sidney Gusman e Paulo Ramosescrevem prefácio e posfácio, respectivamente.
1da0c717-de2c-44a6-9591-e846f33a97adL’amour: 12 OZ é o terceiro livro de Luciano Salles. Antes, vieram O Quarto Vivente e Luzcia, a Dona do Boteco (que virou curta-metragem). Para 12 de outubro próximo, já está programado o lançamento de Limiar: Dark Matter.
Na expectativa pelo novo título, recomenda-se novas e intervaladas releituras do atual. Assim como O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry, é uma obra que trará novos significados a cada leitura.
L’amour: 12 OZ – Autor: Luciano Salles – Editora: Mino – Páginas: 66 – Quanto: R$ 37,00