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Olá!
Uma resenha bem legal, junto de uma entrevista muito bem elaborada, acabou de ser postada no site do Terra Zero!
A pauta O Quarto Vivente e Luciano Salles, inaugura a coluna HQ Brasil! Fico feliz e me sinto lisonjeado, por ser lembrado para estreiar a nova atração aos leitores do site. Agradeço ao convite de Felipe Morcelli.
Fique por aqui mesmo e leia a entrevista ou, vá até o incrível site do Terra Zero, confira a matéria e muito mais do que a página tem para oferecer!
Forte abraço…
Luciano Salles.

HQ Brasil: “O Quarto Vivente” e Luciano Salles

Postado em 06/12/2013, por Morcelli
Em: Análise , Destaque , Matérias

Nesta sexta-feira o Terra Zero inicia uma nova atração aos leitores: a coluna “HQ Brasil“. A ideia é promover uma HQ nacional fazendo comentários sobre ela e entrevistando seu(s) autor(es). Depois de um ano abarrotado de lançamentos no Festival Internacional de Quadrinhos e de projetos de quadrinhos bem sucedidos nas plataformas de financiamento coletivo ficou claro que os sites de quadrinhos, independente de qual escopo possuem, precisam promover o que está acontecendo no Brasil.
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Para a estreia da coluna foi escolhida a HQ “O Quarto Vivente” do araraquarense Luciano Salles. Esta é sua segunda HQ publicada e mais uma vez o autor optou pelo formato independente de lançamento. Focada na vida de uma jovem brasileira num mundo distópico e futurista a história figura entre as grandes obras nacionais de 2013.
A HQ
Luciano criou um universo à parte para sua história. A personagem principal, Juliett-e, é quem se conecta com o leitor, pois é ela que tenta sair da ordem dominadora no mundo. A Europa e a Ásia (chamadas aqui pelo seu antigo nome de Eurásia) afundaram e algumas sociedades se fundiram aos países que sobrevivem às mazelas do Século XXI – entre eles, o Brasil, onde a história se passa. A França foi anexada ao território brasileiro. Portanto, idioma e cultura se confundem e é muito importante que o leitor esteja atento a isso para não se perder nas falas dos personagens. Aliás, a única coisa que poderia fluir um pouco melhor na HQ são os diálogos. Por vezes confusas, as conversas possuem uma estrutura estranha e muitas vezes desconexa. Claro, isto faz parte do mundo em que o leitor imerge ao começar a ler a HQ, mas, às vezes, a coisa fica estranha demais.
Por outro lado, com muito bom gosto, Luciano questiona o marasmo mental de uma sociedade cada vez mais preguiçosa, colocando em xeque a dualidade do individualismo com o pensamento coletivo: como alguém pode se tornar tão individualista e, ao mesmo tempo, fazer exatamente o que todas as outras pessoas fazem? Seria culpa da ordem governamental opressora? Seria uma característica humana que nunca vai mudar? Quando as pessoas vão acordar para desbravarem a vida como a personagem principal tenta fazer nesta história? Estes são alguns dos muitos (e inteligentes) questionamentos que podem ser levantados durante a leitura da HQ.
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“O Quarto Vivente” é um grande trabalho dos quadrinhos nacionais. Luciano conseguiu criar uma distopia que obedece as regras mais clássicas do tema. Ao somar estas características com seu jeito ímpar de trabalhar a ideia e com o tempero brasileiro, o autor entrega uma obra interessantíssima e com um universo cheio de possibilidades de exploração.
Nota: 9/10
A Entrevista
Luciano, lendo “O Quarto Vivente” deu pra notar o quanto seu trabalho é influenciado, principalmente, por obras de ficção científica, em especial aquelas que tratam de possíveis futuros distópicos para o planeta. Quais são suas principais influências para expressar sua arte desta forma?
Acredito que para essa obra, uma grande influência, do gênero que citou, foi o filme Blade Runner. Entretanto gosto muito de alguns romances como “Admirável Mundo Novo” (“Brave New World“) de Aldous Huxley, 1984 e “A Revolução dos Bichos” (“Animal Farm“) de George Orwell. Voltando aos filmes (que são minha maiores influência para qualquer quadrinhos que eu faça), o filme “Fahrenheit 451″ também cito com uma influência para essa obra. E, para o ódio de muitos, acredito que a estética de Lars Von Trier e David Lynch existe nos meus trabalhos.
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Juliett-e é a protagonista da história. É aquela que nasceu ao acaso e quebra as regras da distopia seguindo seu próprio coração. Como artista, você acredita que o acaso está se perdendo e que os quadrinhos (assim como qualquer outra forma de arte) podem mostrar isso aos leitores?
Sim. Acredito no acaso como a mãe da evolução e também acredito, que o fim do acaso, é trabalhado diariamente e por muitas vertentes. Trabalhei com Juliett-e, nascida ao acaso, justamente para ter, como disse, a quebra do paradigma na história. Juliett-e vem com o ímpeto que é tão inerte hoje em dia. Ninguém arrisca contra o que já está imposto e decretado. Vivemos um estágio de torpor. Não sabemos conduzir nada. Somos apenas respostas automáticas. Não quero parecer pessimista e não sou pessimista. A realidade simplesmente é tirada do nosso foco. Simples assim.
A arte tem o poder e deve ser utilizada para o questionamento. Qualquer tipo de arte.
O manual de funcionamento da inseminação possui um olho em sua capa. Este mesmo olho está na contra-capa de “O Quarto Vivente” e nos autógrafos que você deu a cada fã que adquiriu o volume. Seria “O Quarto Vivente” um manual para que as pessoas deem mais atenção ao acaso e não à forma sistemática em que vivem? Todos deviam ser como Juliett-e?
Não só o olho. Cada página da revista. Se eu for falar do olho, posso entregar a história para quem ainda não leu a revista! Em cada página da HQ, coloquei intencionalmente, detalhes que acredito que muitos podem notar o que quero dizer. Não só detalhes em forma de desenho. Os nomes dos personagens foram pensados dentro da coesão da história. O nome da revista sintetiza muita coisa.
Mas também, acredito que fui direto ao que queria, no texto da história. Recebo críticas que dizem que é uma história linda e que, após o término da primeira leitura, a pessoa fechou a revista, pensou e, leu novamente. Esse é o maior feedback que posso receber. Consegui a atenção do leitor e o ciclo se fechou.
Ainda no aspecto filosófico que Juliett-e representa para a obra, o diálogo dela com o camaleão sugere que, mesmo sendo adaptável, nem mesmo ele evitou a própria extinção. Estaria você, como autor, sugerindo que a natureza adaptável do ser-humano não é mais suficiente para o mundo de hoje?
O ser humano foi adaptável em uma época pré histórica ou coisa assim. Hoje somos confortáveis. E o motivo de sermos seres confortáveis é que os pensamentos estão cada vez mais voltados para o ‘um’, para o único. Assim, temos a sensação de tudo certo. Funcionamos na base de choques. A limitação é tamanha, que somente acontecendo um hiper impacto, para mudarmos algo ou ligar a chave da adaptação. Isso é da essência humana e em todos os aspectos. Somos substâncias reativas e rasas. Acho que respondi sua pergunta (risos).
Já no começo da obra, especialmente na primeira página, é perceptível o quanto o português foi mudado para se adaptar à situação geo-política que você criou para “O Quarto Vivente”. Chega a ser intrigante como uma história que toma por inspiração autores estrangeiros tenha conseguido funcionar tão bem dentro do Brasil. Por outro lado, o país sempre foi um abrigo de várias culturas. Em que momento do roteiro você percebeu que misturar nações seria benéfico para sua narrativa?
Eu já tinha o roteiro pronto e já havia começado a desenhar a revista, quando fiz uma viagem de 21 dias para a França. Interrompi o trabalho. Lá, em um estúdio alugado, no frio de fim do outono e andando por toda Paris com minha esposa, comecei a fazer muitas conexões com minha história. Muito das coisas que havia procurado ambientar na HQ, acabei buscando dessa viagem. O silêncio que havia em alguns lugares, mesmo com muitas pessoas e, em especial, no dia que estava embarcando para o Brasil, sendo levado pela imensa esteira do aeroporto Charles De Gaulle, em um ambiente de isolamento imenso.
Ali, naqueles 21 dias, troquei os nomes das personagens, inclui a Europa na história e as Unidades Fraternais, mas o motivo central do roteiro não foi alterado.
E falando em nações e na nova geo-política proposta pela sua obra, por que a França foi a escolhida como principal parceira do Brasil? Outros países e culturas foram considerados enquanto você preparava a obra?
A França foi a escolhida pelo motivo real da viagem que fiz. Muitas lacunas que poderiam haver no roteiro foram preenchidas. E dessa forma, não havia dúvida que a França deveria ser acolhida fraternalmente. E um outro detalhe que devo citar é que me incomodou muito visitar alguns museus. Muito da parte egípcia que existe no Louvre, está lá pois foi saqueado, de alguma forma. E milhões de pessoas, assim com eu fiz, pagam para ver um produto que é parte de furto, roubo e atentado violente contra uma cultura. Somos uma coisa estranha e bizarra.
Juliett-e tem todo um futuro pela frente, mas muitos momentos da história podem ser explorados em futuras obras que revisitem este universo – tais como mostrar o dia-a-dia brasileiro do futuro mais detalhadamente e possíveis outros “dissidentes” desta distopia com mentalidade um pouco diferente de Juliett-e. Você tem planos para isso?
Esse universo que criei está congelado com essa história. Ainda não é o momento de revisitá-lo. E quando isso for feito, não será exatamente no momento que a deixei. Já pensei em opções.
Mas, na realidade, já tenho pronto o roteiro da minha nova história em quadrinhos. Estou fazendo uma terceira revisão e pretendo ter a revista pronta para impressão, no mais tarde, em Outubro de 2014. Mas já posso adiantar o nome da revista, que será: “L’Amour“.
‘Quatro Estações’ : Capa por Luciano Salles
Olá camarada, tudo certo? 
Dia 07/12/2013, ou seja, amanhã, estarei em SamParlo, na Gibiteria, autografando o lançamento da revista Quatro Estações, que participei desenhando a história Primavera, de 15 páginas. 
Esse é um projeto de quatro roteiristas que convidaram quatro desenhistas, para assim, cada dupla criar uma pequena história sobre cada estação do ano. A revista tem a opção de quatro capas diferentes! Eu fui convidado pelo Raphael Fernandes, recente ganhador prêmio HQMix, como roteirista revelação. 
Além disso, A Gibiteria tem o meu novo álbum, O Quarto Vivente, pelo valor de sempre, ou seja R$ 20,00. Uma boa oportunidade de comprar a revista, resolver seu problema de presente de Natal e com um autógrafo exclusivo.
Mais uma dica?
Na Gibiteria, também é vendido o incrivelmente lindo, Ícones dos Quadrinhos, onde participei desenhando os personagens do Watchmen! São 101 artistas representando 100 personagens do mundo das HQs!
E para fechar quebrando tudo, você que já adquiriu o Mônica(s), outra fantástica edição de luxo que comemora os 50 anos da dentuça, pode levar para eu assinar o livro para você.
Muita coisa legal, certo!
E mais uma coisita! Levarei meus prints para vender por R$ 20,00. E se eu conseguir, levarei um novo print para você que curte meu traço e estilo!
Abraço e inté…
Luciano Salles!

Mônica(s), Ícones dos Quadrinhos, O Quarto Vivente e
Quatro Estações : Edições onde tive meu trabalho impresso!
Faz um ano e meio que vivo da minha arte e por consequência, das histórias em quadrinhos. E, é com imensa felicidade e satisfação, que fecho o ano de 2013 com minha segunda HQ autoral, O Quarto Vivente, publicada e reconhecida a cada dia. 
Participei como co-autor do livro Mônica(s), uma linda edição comemorativa do aniversário de 50 anos da Mônica, personagem do Maurício de Sousa.
Entrei também, no Ícones dos Quadrinhos, outra maravilhosa edição de luxo, onde o autor, Ivan Freitas da Costa, reuniu 101 artistas, cada um homenageando um personagem do mundo das bandas desenhadas. Vale lembrar que participei de um concurso para entrar nesse livro!
E finalizando as publicações que tive meu trabalho impresso, fechei o ano desenhando a história Primavera, de Raphael Fernandes. Essa história faz parte da HQ Quatro Estações, onde quatro roteiristas e quatro desenhistas trabalham em histórias fechadas, cada um com uma estação do ano e, fechando o ciclo sazonal.
Assim, 2013 foi um ano incrível. E se você acompanha meu trabalho, já deve saber que em 2014, minha nova HQ será lançada. 
That’s all folks!
Baita abraço!
Luciano Salles.
Página 02, de ‘O Quarto Vivente’.

Olá camarada, tudo certo?
Hoje acordei e logo ao primeiro café do dia, fique muito feliz com essa resenha, feita pela Roberta Cadenas, e que saiu no Impulso HQ!
Aqui você pode ler a matéria na integra, mas recomendo também a leitura no Impulso HQ, pois além da minha, há muita coisa legal demais por lá!
Ao lado, coloquei a página número 02 da revista e, para que quiser adquirir um exemplar de ‘O Quarto Vivente’, é só clicar aqui!
Grande abraço e gratidão!
Luciano Salles.
Resenha HQB: O Quarto Vivente
“O Quarto Vivente”, HQ independente de Luciano Salles, é uma experiência interessante e bastante intrigante. Seja por seu traço quase desconcertante, seja por seu universo ficcional inquieto e cheio de cores.
Salles nos insere num universo ‘distante’ em que não há mais interesse na interação, pois tudo gira ao redor do INDIVÍDUO, do um. Nesta nova configuração mundial, continentes devastados por desastres ecológicos tem seus sobreviventes acolhidos por Repúblicas Federativas Fraternais, que é o caso do Brasil no ano de 2177. A linguagem é afetada e, muito pior, o acaso foi totalmente perdido.
É o sentimento de estranheza que torna a obra de Salles tão marcante. Sentimento esse que se transforma em questionamento, que demora alguns instantes pra ser digerido e que, ao final, se relaciona de perto com quem lê.
Durante a experiência vem a mente, clássicos literários como “Admirável mundo novo” de Aldous Huxley, “Laranja Mecânica” de Anthony Burguess e “1984″ de George Orwell, além de David Lynch, Moebius e Lourenço Mutarelli, mas, apesar destas possíveis referências do autor, sua obra é autêntica.
Uma história distópica, contada através do inquietante e, ao mesmo tempo, hipnotizante, traço de Salles. A sensação é de algo está fora do eixo, deslocado, porém é inevitável manter os olhos fixos no que se vê. Vale, também, destacar a qualidade da impressão da edição.
Luciano Salles é formado em Engenharia Civil e já foi bancário, para nossa alegria resolveu dar atenção a arte que o acompanha desde criança. Em junho de 2012 lançou sua primeira HQ, intitulada “Luzcia, a Dona do Boteco”.
Para saber mais sobre o autor e seus trabalhos acesse www.dimensaolimbo.com. No site também é possível comprar a HQ.
Tire um tempo do seu dia, respire fundo e prepare-se para ser supreendido!
O Quarto Vivente
Edição Independente
Autor: Luciano Salles
Colorido
44 páginas
R$ 20,00
Contato: contato@dimensaolimbo.com
Olá, camarada! Tudo certo?
E para deixar esse FIQ que acabou de passar ainda mais lindo, foi lançado na quarta-feira, dia 18/11/2013, o espetacular Mônica(s)!
Mônica, por Luciano Salles
A obra contou com a co-autoria de 150 artistas de todo mundo e, tive o imenso privilégio de ter sido convidado para essa publicação. Esse livro é uma obra de arte e deve fazer parte da coleção de qualquer aficcionado pelas bandas desenhadas.
Essa ao lado, é minha versão da baixinha e dentuça (que ela não me ouça), mais carismática do Brasil!
Enfim, foi uma experiência única e incrível participar desse livro, afinal, comecei a ler meus primeiros gibis lá em Taquaritinga, nos primeiros anos da década de 80. Você já imagina que gibi eram esses? Sim, da Turma da Mônica.
Baita Abraço…
Luciano Salles.
Capa do livro Mônica(s), por Benício
Festival Internacional de Quadrinhos
Lu Cafaggi, Luciano Salles e Vitor Cafaggi
Foi essa a exata sensação!
Passou voando…
Mas o FIQ foi fantástico!
Fui extremamente bem recebido pelo pessoal do Festival. Esse é um simples post de agradecimento.
Muito obrigado, Belo Horizonte e todos que representam, de alguma forma, o maior Festival Internacional de Quadrinhos da América Latina.
Acredito que essa é uma foto que guardarei com carinho e lembrança, o Festival, as amizades, os tantos talentos e a cidade de Belo Horizonte!
Baita abraço!
Luciano Salles.
Olá, camarada. Tudo bem?
Movido pelo maior Festival de Quadrinhos da América Latina, hoje cheguei em Belo Horizonte e após burocracias hoteleiras, parti para a Serraria Souza Pinto, para ver as montagens finais, retirar minha credencial e encontrar minha mesa.
Fui surpreendido pela recepção afetuosa de todos os envolvidos de alguma forma com o evento.
Todos muito bem treinados, atenciosos, educados e com um sorriso no rosto. Isso desde a chegada ao prédio da Serraria.
Nem tenho como agradecer o carinho com que me receberam e sei que será assim com todos que lá forem! 
Valeu ressaltar que estou com o Apoio Cultural da Mondrian Ambiente, que sempre acreditou nos meus trabalhos e tem sido um grande parceiro amigo e cultural!

Exposição Ícones dos Quadrinhos : FIQ 2013

Exposição Ícones dos Quadrinhos : FIQ 2013
Exposição Ícones dos Quadrinhos : FIQ 2013
Fiz algumas fotos da exposição Ícones, que já estava totalmente montada e, adjetivada justamente com fantástica!
Estarei na Mesa 01, junto do meu camarada, Camilo Solano!
Lá venderei minha recente HQ, O Quarto Vivente, e alguns prints, ambos, por R$ 2O,OO.
Entre esses prints estão Spider-man, Batman, Superman e Watchmen (que está no livro Ícones dos Quadrinhos).
Além da minha HQ e dos prints, também terei exemplares da revista Quatro Estações, que colaborei como artista, para a história de Raphael Fernandes.
Além disso tudo, se você adquirir o livro Ícones dos Quadrinhos e o Mônica(s), que será lançado no Festival, não se acanhe em levar os dois exmplares para eu autografar minhas contribuição para essas lindezas!
Amanhã é o dia!
Nos vemos lá…
Baita abraço.
Luciano Salles.
Exposição Ícones dos Quadrinhos : FIQ 2013

Banner Dimensão Limbo para o FIQ 2013
Olá, camarada! Tudo certo? Fiz esse post exclusivamente para você me encontrar no FIQ.
Sim, estarei na mesa com o nome de Dimensão Limbo, e o incrível e talentoso Camilo Solano, estará dividindo a mesa comigo!
Esse banner ficará em cima da nossa mesa! É só achar esse baita olhão!
Achando o olho, você me encontrará, junto das seguintes publicações.

O Quarto Vivente, de Luciano Salles

O Quarto Vivente
Essa é minha segunda revista autoral e o carro chefe dos meus trabalhos.
A revista custa R$ 20,00. São em 44 páginas coloridas em couchê fosco 170 gsm, capa em papel DUO Desing 350gsm com verniz de reserva.

Mônica(s)

Mônicas
Essa é a capa revelada pelo Editor Sidney Gusman, da edição comemorativa de 50 anos da personagem, criada por Maurício de Souza.
Nessa obra, eu participo, junto de mais 149 artistas, com uma ilustração da dentuça!
Esse livro será lançado, vendido no FIQ e você, poderá percorrer os estandes e mesas coletando autógrafos nas lindas páginas ilustradas.

Ícones dos Quadrinhos, de Ivan da Freitas Costa
Ícones dos Quadrinhos

Esse livro, do escritor e colecionador de arte em quadrinhos, financiado pelo Catarse, apresenta 100 dos principais personagens das HQs, interpretados por 100 artistas de todo mundo.
Nessa obra, participei desenhando a galera do ‘Watchmen’.
Primavera, capa por Luciano Salles
Quatro Estações
É um projeto que reúne quatro roteiristas e quatro desenhistas, onde cada dupla é responsável por criar uma HQ de 12 a 15 páginas que tenho como pano de fundo uma estação do ano.
Primavera: Raphael Fernandes (R) e Luciano Salles (A)
Verão: Lillo Parra (R) e Jackson Oliveira (A)
Inverno: Alex Mir (R) e Décio Ramírez (A)
A revista terá 4 capas diferentes feitas pelos mesmo artistas da HQs e que referencia sua respectiva estação. O prefácio ficou a cargo de Laudo Ferreira Jr e a capa ao lado, é a minha, para a história Primavera.

Shogum dos Mortos

Participei com um desenho do Almanaque de Férias do Shogum.

Prints

Levarei prints no valor de R$ 20,00.

Baita abraço, camarada e até dia 17/11/2013!

Flash Gordon por Luciano Salles
Olá, camarada! Tudo certo?
O FIQ chegou!
Sim, estamos há uma semana do maior evento de quadrinhos da América Latina.
Estarei lá, dividindo a mesa Dimensão Limbo, com o grande camarada, Camilo Solano! Conheça o talentoso Camilo Solano, aqui!
Aguardamos sua visita em nossa mesa para conhecer nossos trabalhos!
Ainda nesse post, alguns dos meus trabalhos que ainda não havia disponibilizado aqui no bloguesaite.
Baita abraço!

The Biggest Helmet Ever Made
Isometric Pilot

Be Nice

Mônica, por Will Eisner.
Olá, camarada! Tudo bem?
Minha primeira experiência com a literatura e os quadrinhos, foram condensadas em um gibi da Turma da Mônica, presente dos meus pais, fato esse ocorrido em 1981, na cidade de Taquaritinga. Lembro também que nesse gibi, havia uma história do Penadinho e alguma coisa relacionada com o Frank…pirei!
Ali, minha alfabetização tomou forma e minha paixão pelos quadrinhos, deu início. Eu já desenhava nessa época. Passava horas olhando o gibi e tentando reproduzir os desenhos.
Ontem, dia 25 de Outubro de 2013, o editor da MSP, Sidney Gusman, revelou o nome dos 150 artistas que foram convidados para ilustrar o livro Mônica(s).
Essa é uma edição comemorativa dos 50 anos de criação da mais carismática, dentuça e gorducha, personagem do mundo das bandas desenhadas e criada pelo mestre Maurício de Sousa. E o que me deixa extremamente feliz é que fui convidado para participar, com a minha arte, dessa imensa obra!
Estou entre tantos artistas que admiro, que às vezes, é estranho, ver meu nome entre eles. Mas não acho ruim isso não … rs.
Acredito que em breve, o livro deva chegar em todas as livrarias do Brasil e quem sabe até, um retorno as bancas!
Baita abraço!
Luciano Salles.