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EUDAIMONIA, minha nova HQ no Catarse.
Olá, tudo bem?
Faz uns 30 (trinta) dias que estou sendo submetido a grandes doses de sentimentos antagônicos, extrema excitação e de repente um balde de angústia que luta em persistir no meu corpo abrindo espaço para uma incontrolável ansiedade. Raramente uso o blog para relatar meus sentimentos mas será, de certa forma, um bom alívio para eu poder escrever sobre a inscrição do meu quadrinho ELA no ProAC, meu primeiro projeto no Catarse e o que mais citei no título do post.
Contextualizando: tenho síndrome do pânico que trato há 5 (cinco) anos ininterruptamente e aqui, abro um adendo aos cuidados sem precedentes do meu médico, Dr. Marcelo.
EUDAIMONIA no Catarse:
Print da tela da meta do projeto de
EUDAIMONIA, de Luciano Salles
Há um mês, com meu projeto pronto para ser inserido no Catarse e faltando apenas fazer o vídeo da campanha, uma “pancada” quase me fez desistir do financiamento coletivo. Não sei como arranjei forças para prosseguir, conseguir filmar e lançar a campanha no dia 11 de setembro de 2017. 
Com a campanha rolando, acompanhando as atualizações dos apoios, dúvidas em como divulgar o financiamento coletivo sem ser invasivo ou chato, uma ansiedade extrema e doentia tenta a todo custo assumir as rédeas, o controle da situação. Com um trabalho mental apoiado por yoga e medicamentos além inércia iniciada com a publicação do projeto de EUDAIMONIA na plataforma, devo seguir firme.
ELA no ProAC:
Com 4 dias de campanha no Catarse, saiu o resultado do ProAC onde havia inscrito ELA. Não fui contemplado e também não fiquei como suplente. Eu estava completamente feliz, confiante e em êxtase com o projeto que havia enviado para o edital. Tudo ficou lindo, acreditava na história do quadrinho, contei com a ajuda de muito(a)s amigo(a)s (principalmente a Lilian Penteado e a Larissa Sartori) para afinar os textos, dirimir erros, fazer revisões e tudo mais. Não contesto o resultado do edital e de forma alguma isso passou ou passa pela minha cabeça.
É que procurar no resultado oficial do edital seu nome ou nome da sua HQ e não encontrar, foi um golpe tão forte na minha auto-estima (que já estava bem abalada) que decidi interromper e paralisar a produção de ELA sem prazo definido. Não quero pensar novamente ou tão cedo na história, no potencial que poderia vir a ter ou em qualquer coisa sobre esse quadrinho. 
Peço desculpas por fazer um post assim mas precisava escrever o que acabou de ler. Ainda não estou 100% mas estou bem amparado pelo meu médico. Como em tudo há sempre alguma coisa boa, sobrou apenas a minha campanha no Catarse. Ou seja, o foco foi reduzido a um único ponto. 
Não quero pensar em mais nada. Quero apenas atingir a meta que inseri para financiar o quadrinho e para isso conto muito com o seu apoio: www.catarse.me/eudaimonia
Apoie o projeto, compartilhe a campanha pois assim eu e você vamos fazer EUDAIMONIA acontecer. Se já apoiou, deixo aqui meu mais sincero agradecimento.
Deixe seus comentários pois eu responderei.
Muito obrigado e um abraço.
Luciano Salles.

Olá, tudo bem?

Saiu uma pauta bem legal e com entrevista, na Revista O Grito. Paulo Floro conversou comigo por e-mail. Logo abaixo inseri toda matéria e clicando aqui, você vai direto para a revista.

Espero que curta o texto e fique livre para perguntas aqui no blog.

Um abraço.

Luciano Salles.

 

 


Luta livre, detalhismo em preto e branco, protagonista feminina forte. Os bastidores da nova HQ do autor de O Quarto Vivente
Demorou apenas três obras para que Lucianno Salles se tornasse um dos quadrinistas com uma das assinaturas mais marcantes de sua geração. Parte de um momento muito criativo (e prolífico) das HQs nacionais ele foi responsável pela trilogia L’Amour: 12 ozO Quarto Vivente e Limiar: Dark Matter, em que mistura elementos de ficção científica e toques de surrealismo. Antes disso ele lançou uma outra HQ independente, Luzcia, a Dona do Boteco
Agora ele prepara o novo álbum, ELA, em que segue caminhos pouco usuais dentro de sua proposta artística. A começar pelo uso do preto e branco. Quem leu a trilogia sabe o impacto que a colorização tem no trabalho de Salles, com o uso inusitado de tons vibrantes. “Neste processo em PB estou sendo muito mais detalhista e criterioso. Não que nos meus outros trabalhos não tivesse sido, apenas sinto que estou 100% em cada linha traçada, em cada dialogo pensado e em cada cena montada”, explica Salles nesta entrevista por e-mail. 
Saca a sinopse de ELA. “Dette é uma jovem lutadora de artes marciais. Após uma derrota inesperada e análises de exames pós luta, foi informada pela sua equipe que não poderia mais lutar profissionalmente. Ao procurar ajuda especializada, encontra mais do que um problema de saúde. Dette e sua médica descobrem um obscuro torneio anual de artes marciais onde não há regras para os combates e tudo é permitido. Doutora e paciente vão para o torneio com a esperança de poder tratar a doença de modo não convencional perante os formais conselhos de medicina”. 
Parece bem interessante. Para nos adiantar detalhes sobre a obra, que deve sair esse ano, batom um
papo rápido com Luciano Salles. 
Quais foram as principais diretrizes criativas que você pensou para ELA, sua nova HQ?
O processo de criação começou com uma ideia que me apeteceu e que sabia que poderia ser uma boa história. A partir dela entrei no processo de manipular a ideia mentalmente por um bom tempo. Entretanto, um fato aconteceu e foi bastante divulgado na mídia muito similar ao que estava trabalhando em minha cabeça. Foi um balde de água fria. Desde esse fato comecei a embutir diretrizes criativas no processo. Comecei a inserir variáveis dentro da ideia anterior, onde o principal conceito passou para um bom adendo à história.

O que tem te inspirado para compor a personalidade de Dette, a protagonista? 
Sou fã de lutas. De qualquer tipo. Se estiver passando algum campeonato na TV, para o que estiver fazendo para assistir. Sempre observo muito os(as) lutadores(as) em todos os aspectos. Como ele(as) falam muito pouco com seus técnicos ali no minuto de descanso entre os rounds, as posturas antes das lutas, no momento em que o juiz explica as regras do combate e principalmente, no momento do embate. É nítido as expressões corporais enquanto os minutos se desenrolam. Sempre haverá duas hipóteses: um(a) vence e o(a) outro(a) é derrotado(a), entretanto, luta é luta e uma reviravolta pode acontecer em um golpe, em apenas um movimento, em uma fração de segundos. Tudo isso para dizer que Dette é uma lutadora em todos os aspectos. Daquelas pessoas que só se dedicaram para o esporte e tem potencial para aquilo. Dette é naturalmente combativa.

Esta é sua primeira obra toda em preto e branco? Como está sendo a experiência?
O minha primeira HQ, chamada Luzcia, a Dona do Boteco, é em preto e branco. Até pelo fato que havia acabado de deixar meu emprego e não vi outra alternativa para produzi-la. ELA já foi pensada e desejada para ser em preto e branco. Neste processo em PB estou sendo muito mais detalhista e criterioso. Não que nos meus outros trabalhos não tivesse sido, apenas sinto que estou 100% em cada linha traçada, em cada dialogo pensado e em cada cena montada. Estou realmente muito feliz de estar fazendo esse trabalho.

Seus três últimos livros formaram uma trilogia. Como foi terminar esse projeto a longo prazo e como acha que evoluiu nesse período?
A trilogia foi um processo basicamente intuitivo. Até mesmo em percebê-la. Eu estava bastante ansioso para terminar a trinca quando ainda desenhava Limiar: Dark Mattermas tive que me conter! Eu já estava trabalhando mentalmente a ideia de ELA quando já estava com uns 50% de Dark Matter desenhada e isso ajudou a mitigar minha ânsia. Mas tenho de ser sincero em dizer do alívio que senti quando peguei o último álbum da trilogia nas mãos. A partir dali eu estava livre para escrever o que quisesse. O processo de evolução sempre existe quando você tem consciência, entende o que está fazendo e a que se propõe. Neste aspecto posso dizer que evoluí.

Agora uma evolução quando a história, aos desenhos e a tudo mais que estou produzindo em ELA, os gabaritados para dizer isso será um(a) provável leitor(a). Sinto que meus desenhos melhoram e que escrevi uma boa história. É claro que isso é o que acho! Se eu não achar legal o que estou fazendo quem vai achar? Aprendo muito com alguns amigos que tenho a liberdade de mostrar o que estou fazendo. Ficar no interior é algo que amo e sou um caipira de coração e alma mas por vezes, preciso consultar esses amigos. São poucas pessoas, mas muito criteriosas e isso me ajuda. 

O que pode nos adiantar em relação à obra? Já tem previsão de lançamento ou formato da publicação?
Esse é o meu primeiro trabalho que não coloquei data de lançamento logo que comecei a desenhar a revista. Até mesmo pelo fato de ter terminado a trilogia e sentir que poderia fazer o que quisesse. Então, não há data de lançamento. Ano sim! Será em 2018. No tocante ao formato, quero sair do formato A4 que mantive nas três últimas publicações. Quero publicar algo em tamanho menor, em um papel diferente ao couchê e que converse melhor com o que estou preparando. Outro fato que posso adiantar é que será o trabalho mais diferente que já produzi. Isso posso dizer com a máxima certeza.

Desenho de Salles para Limiar: Dark Matter, parte da trilogia do autor.
Olá, tudo bem?
O site Quadrinhosfera, através do Luan Zuchi, entrou em contato e faz uma pequena entrevista sobre ELA. Você pode conferir toda entrevista aqui mesmo ou aproveitar, ler a entrevista e conhecer o Quadrinhosfera.
Um abraço.
Luciano Salles.

11/03/2017

1 – Olá, Luciano! Tudo bem por aí? Muito trabalho nas páginas de ELA, sua nova HQ, eu acredito. E afinal de contas: Quem é ELA?

Olá Luan, tudo bem sim. Bom, não vou dar assim de bandeja quem é ELA mas acho que posso dizer que ELA é tudo que permeará essa minha nova história em quadrinhos. Essa é uma boa resposta.

2 – Nos seus trabalhos anteriores, você construiu um universo futurista com uma cultura própria e um novo português. Li em algum post seu que O Quarto Vivente, Limiar e L’amour compunham uma trilogia. Sendo assim, ELA será o começo de uma nova trilogia?

Não. Tenho a certeza que não será o começo de uma nova trilogia. Afirmo isso até pelo fato de já saber o que vou fazer depois deste trabalho.
3 – Complementando o tópico anterior, podemos esperar a criação de uma cultura nova, como visto nos teus trabalhos precedentes, ou ELA terá referênciais espaciais, temporais e culturais mais próximos ao cotidiano atual?

ELA tem referências mais próximas do que vivenciamos. Mas não exatamente pois, simplesmente, não consigo fazer isso. Posso citar um simples exemplo. Enquanto escrevia o roteiro, dentro da história, a protagonista recebe um aviso. Poderia simplesmente fazer ela receber uma mensagem no celular. Mas é exatamente neste ponto que fico incomodado. Não gosto de usar nada do que usamos diariamente nas minhas histórias. 
Veja, não estou dizendo será uma história futurista ou coisa assim. Digo apenas que desviar das nossas contemporaneidades é uma obsessão. Posso buscar algo do passado para que ela receba essa notícia.

4 – Em um dos seus posts, comentando sobre o novo trabalho, você liberou uma breve sinopse e dentro dela disse que ELA se trata da história de uma lutadora de artes marciais. Por que a opção por essa temática?

Porque adoro artes marciais. Na real adoro qualquer tipo de luta. Sempre acompanhei lutas de boxe, campeonatos de judo, karatê, luta greco-romana, ou seja, se tiver alguma luta para assistir eu assisto. Lembro que bem no começo dos anos 90 fiquei sabendo que havia lutas que valiam tudo, os “vale tudo”. Logo depois descobri que tinha um conhecido que, não sei como, conseguia gravações dessas lutas em fitas de videocassete. Era um prato cheio! Enfim, gosto de ver lutas.

5 – Fingindo que sou uma criança, seguirei com os “porquês”: Por que preto e branco? Como está sendo a experiência de trabalhar com o nankin e só?

Há algum tempo queria trabalhar somente em PB mas como estava na toada da trilogia, sabia que não poderia abandonar as cores até finalizar Limiar: Dark Matter. O desenho em preto e branco se mostra um desafio quando você sabe que não haverá cores. Precisava disso. Não via a hora de fazer isso!

6 – Você é um desenhista com o estilo caracterizado pelo cuidado e pelo detalhismo, quanto tempo, em média, você está levando para produzir uma página de ELA?

Eu não consigo ficar direto em cima de uma página de ELA pois tenho a Memento 832, que é minha produtora cultural, que preciso dar atenção. Sempre aparecem ilustrações para eu fazer para a Folha de S.Paulo, cursos, bate-papos, oficinas, produções, reuniões e então o trabalho vai aos goles. Mas se for contabilizar, estou fazendo uma página a cada 3 ou 4 dias. Acho que está bom.

7 – Você já teve a experiência de publicar completamente de forma independente e também por meio de uma editora (MINO). Como você avalia essa experiência, que, com o aumento do interesse das editoras pela produção nacional, cada vez mais se misturam na realidade dos autores nacionais?

Acho fantástico tudo o que aconteça em prol do quadrinho nacional. Temos uma cena, um mercado salpicado pelos estados do Brasil. Então, se for para contribuir legal, tudo é válido.

As editoras estão aí e há muita gente fazendo excelentes trabalhos independentes. Poxa, é um prato cheio para os editores mais antenados. Por mais que, por vezes, sempre existe a exposição ou a super exposição de um ou outro quadrinista, o que chamam de “hype”, termo que não acho legal. Acho estranho usar termos em inglês com sinônimos para nossa língua portuguesa. Imagino o tanto de sinônimos que Mario de Andrade ou Machado de Assis teria para isso.

Enfim, sou um quadrinista de Araraquara, bem do interior do estado de São Paulo e me encaro com os times de futebol do interior, aqueles da terceira, quarta divisão, sabe? Sou um quadrinista da terceira divisão. Então, o fato de já ter publicado por um editora é uma vitória legal. O fato de ter participado do livro Mônica(s) foi incrível. Acho que desviei um pouco da pergunta, mas é isso.

8 – Como sei que você é um workaholic extremamente dedicado e organizado, acredito que já tenha tudo planejado, então me arrisco a perguntar: Quando ELA estará pronta?

Para essa HQ eu não coloquei data de lançamento. Para todas as anteriores havia data de lançamento assim que começava a desenhar. Como farei tudo em PB, decidi que cada página vai merecer minha melhor atenção e dedicação. O leitor que adquirir um exemplar de ELA vai notar todo meu empenho em cada linha e por isso não determinei uma data de lançamento. Quero fazer valer cada centavo de um provável leitor. E não somente no tocante aos desenhos. Tomei um cuidado absurdo com o roteiro e tudo mais. Decidi até que não irei para nenhum evento de quadrinhos até essa revista estar impressa na minha mão. É claro que se for convidado para algum evento irei com certeza, mas preparar toda logística para ir a um evento por conta não vai acontecer. Mas garanto que se eu sumir um pouquinho será por um bom motivo.

9 – Bom, muito obrigado pela entrevista e bom trabalho por aí, Luciano! Se quiser acrescentar algo sobre o qual não lhe foi perguntado, sinta-se à vontade, o espaço é seu.

Eu que agradeço a gentileza de abrir um espaço no seu site. Só gostaria de enfatizar que tudo o que faço está no meu blog dimensaolimbo.com. É o melhor jeito de me achar.
Mais uma vez, muito obrigado, Luan.
Dette, a protagonista de história em quadrinhos ELA, de Luciano Salles

Olá, tudo bem?

Continuo as atualizações com os informes sobre minha nova HQ. Sigo a numeração de ELA [informe 01]. Vamos lá!

7. O item 6 (seis) da postagem anterior, diz: Reparou que não coloquei imagem com desenho neste post? Essas imagens só bem mais pra frente”. Pois bem, decidi mudar o andamento de algumas coisas e por isso você já está conferindo estas duas imagens do quadrinho.

8. Todas as diretrizes para a impressão da revista já foram tomadas e com isso já consegui orçamentos para conhecer os reais valores das gráficas.

9. O desenho em preto e branco tem me tomado bastante tempo.

10. Desenhar as páginas de ELA tem me deixado bastante contente exatamente pelos desafios que esse contraste impõe. E esse estímulo tem me levado a cuidar de cada linha traçada.

11. Este vídeo, em velocidade acelerada, é do quadro 4, inserido na página 03.

12. Recebi de um editor o interesse em publicar ELA. Gostei da a proposta.

13. Ainda não decidi como a revista será publicada e não tenho pressa para isso. Ter opções me deixa tranquilo.
14. Já revelei a sinopse de ELA no informe 01, mas repito aqui caso não tenho lido:
“Dette é uma jovem lutadora de artes marciais. Após uma derrota inesperada e análises de exames pós luta, foi informada pela sua equipe que não poderia mais lutar profissionalmente. Ao procurar ajuda especializada, encontra mais do que um problema de saúde. Dette e sua médica descobrem um obscuro torneio anual de artes marciais onde não há regras para os combates e tudo é permitido. Doutora e paciente vão para o torneio com a esperança de poder tratar a doença de modo não convencional perante os formais conselhos de medicina”.
E é isso, camarada! Estou muito contente e bem feliz com o andamento do quadrinho. Estou curtindo bastante desenhar cada página. Acho que isso é o fundamental para eu continuar fazendo o que faço. Quando esse sentimento desaparecer, com certeza meus quadrinhos desaparecerão junto.
Espero que tenha gostado das imagens e do vídeo! Deixe suas impressões, dúvidas, o que achou dos desenhos em PB, comentários ou o que quiser me dizer. Você será respondido ?
Um abraço!
Luciano Salles.
ELA by Luciano Salles
ELA é o nome da nova história em quadrinhos de Luciano Salles, ainda sem data de publicação

Olá, tudo bem?

Como fiz em L’Amour: 12 oz e em Limiar: Dark Matter, pretendo manter a prática de atualizações enquanto produzo meu novo quadrinho ELA. Farei o texto enumerando os detalhes para assim dar sequência nas próximas novidades. Lembrando que qualquer dúvida e questionamento é só colocar nos comentários.

Vamos lá:

1) Sinopse:

Dette é uma jovem lutadora de artes marciais. Após uma derrota inesperada e análises de exames pós luta, foi informada pela sua equipe que não poderia mais lutar profissionalmente. Ao procurar ajuda especializada, encontra mais do que um problema de saúde. Dette e sua médica descobrem um obscuro torneio anual de artes marciais onde não há regras para os combates e tudo é permitido. Doutora e paciente vão para o torneio com a esperança de poder tratar a doença de modo não convencional perante os formais conselhos de medicina.
2) A revista terá 136 páginas de história e como já recebi o roteiro revisado, fico tranquilo e em paz para começar o processo dos desenhos.
3) Como há tempos queria, a revista será em preto e branco.
4) Eu não participarei de nenhum evento de quadrinhos em 2017 e no primeiro semestre de 2018.
5) Desta vez não colocarei uma data de publicação para a HQ.
6) Reparou que não coloquei imagem com desenho neste post? Essas imagens só bem mais pra frente.

Espero que esteja ansioso(a) por ELA. Deixe seus comentários, dúvidas e questionamentos que em breve respondo.

Um abraço!

Luciano Salles.

Emboscada Caipira de Plasma, desenho para a capa do
novo disco da banda de “Os Capial”

Olá, tudo bem?

Dois mil e dezessete (2017) chegou e com ele começo a produzir as páginas do meu novo quadrinho. Escrevi o roteiro de ELA entre os dias 15 de dezembro de 2016 até 10 de janeiro de 2017. Já tinha toda a história pronta e faltava somente colocar no papel.
Neste exato momento o roteiro está recebendo sua primeira revisão e aproveitei para fazer alguns desenhos que estavam no cronograma: um desenho para um livro de um amigo que em breve estará no Catarse e uma capa (desenho ao lado) de um CD de uma banda de grindcore, aqui de Araraquara, chamada Os Capial. Assim que o roteiro retornar com as devidas correções, começo a desenhar o tanto de páginas que tenho para fazer.
ELA é a HQ mais longa que já escrevi. Não por um motivo especial ou coisa assim. A história naturalmente pediu mais páginas, mais personagens e muito mais diálogos. Além disso, penso que essa história seja algo bem diferente do que trabalhei até agora e que publiquei dentro da trilogia, produzidas nos anos 2013, 2014 e 2015. 
Ainda não tenho data para publicar a revista (mas o que deve ocorrer dentro do primeiro semestre de 2018) e por enquanto é isso que posso escrever sobre ELA, meu novo trabalho. Logo que tiver algumas páginas desenhadas faço uma nova postagem com imagens, sinopse, personagens, número de páginas, formato e tudo mais que já puder revelar.

Aproveito para agradecer sua visita e fique a vontade para deixar suas impressões, perguntas e o que mais desejar nos comentários.

Um abraço.
Luciano Salles.