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Olá camarada, tudo certo?

Acabou de sair uma resenha sobre L’Amour: 12 oz no site Contraversão. Se preferir ler o texto direto no Contraversão, este é o link, mas se quiser ficar por aqui mesmo, a resenha está na integra logo abaixo.

Grande abraço!

Luciano Salles.

Resenha: L’amour: 12 Oz

EM JANEIRO 9 | EM HQS | POR  | COM 0 COMMENTS
Albert Einstein disse que “O tempo é relativo e não pode ser medido exatamente do mesmo modo e por toda a parte”.
Essa frase veio em minha mente um dia após a leitura de L’Amour: 12 oz, a nova HQ de Luciano Salles, que em 2013 chamou a atenção do cenário independente lançando O Quarto Vivente, que é também o primeiro lançamento da Editora Mino, que promete publicações focadas em autores nacionais.
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Reli a história e concordei com Einstein, não posso medir ou criticar algo que vai ser diferente para você que me lê ou para a pessoa que nesse exato momento deve está lendo essa HQ. Luciano não opta pelo caminho mais fácil de contar suas histórias, ele escolhe o conceitual, o pensar fora da caixa e nos expor ao diferente. E tudo começa na sua arte, um traço forte, vibrante e desconcertante que, à primeira vista, nos causa uma certa estranheza, e seus personagens não são belos e musculosos, ao invés disso são enrugados, feios, desproporcionais e sem nenhum senso de moda.

A estranheza continua na forma que Luciano escolheu para narrar sua história, ele não optou pelo tradicional ‘começo, meio e fim’, na verdade é até difícil dizer onde é o começo da história, onde é o seu meio e muito menos onde é o seu final, pois a história não acaba quando você fecha o álbum.

Quanto li O Quarto Vivente também me senti estranho ao perceber que a história não acaba simplesmente quando acabo de ler e fechar o álbum, mas que ela perdura em sua mente durante um tempo. E em L’Amour, diria que esse sentimento de estranheza e confusão permanece mais tempo do que poderia supor.
Tive a oportunidade de me encontrar com o Luciano Salles na última FIQ (Feira Internacional de Quadrinhos em Belo Horizonte) e conversar sobre o que ele gosta de ler e o que o influencia. Mesmo assim, é difícil olhar para o seu trabalho, apontar o dedo e dizer “tal artista influenciou nesse trabalho”. Talvez seja até difícil definir o trabalho de Luciano Salles, pois não é um tipo de leitura no qual a pessoa pega a HQ para passar o tempo da hora do almoço, ele exige atenção do leitor e que ele participe ativamente do desdobrar da história.pqLamour
Ainda me pego perguntando se entendi a história, se consegui desbravar a narrativa não linear de Luciano. É uma história de amor, isso eu sei. Também uma história que envolve boxe e de como um soco pode doer muito. Sei o peso de uma luva de 12 oz, mas será que sei o que Luciano quis dizer realmente? Ele pode ter criado uma história e eu ter entendido outra.
Uma leitura que exige do leitor um lado pró-ativo para que ele possa entendê-lo e o que pode ser interessante, atrativo e desafiador para vários leitores. Porém, ao mesmo tempo (e olha que tempo é importante em L’Amour), possa impedir que novos leitores se arrisquem nessa aventura que no fundo é uma história de amor, só que contada de uma forma inesperada.
Não é fácil resenhar o trabalho de Luciano Salles. Qualquer detalhe que possa dizer sobre essa história de amor, tempo e movimento poderia ser um possível spoiler para alguém. O trabalho dele não pede para ser resenhado, mas sim desafiado. Como um artista surrealista, ele quer nós dar uma sensação lisérgica de quando a realidade é alterada do senso comum para o diferente, onde ninguém ou poucos foram e chegaram. Uma nova experiência.
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E da mesma forma que Luciano desafia o leitor para suas novas experiências de narrativas gráficas, gostaria de vê-lo desafiado em contar uma história mais “arroz com feijão” sem gourmertização. Gostei do que vi no álbum “Quatro Estações” que Luciano desenhou uma história roteirizada pelo Raphael Fernandes. E queria ver mais desse Luciano.
Antes de terminar, queria destacar duas; as cores do Marcelo Maiolo trouxeram um novo ar a arte de Luciano. E o belíssimo trabalho gráfico e editorial da Editora Mino, podemos esperar um alto padrão de qualidade nas suas publicações.
E para fechar antes que soe o gongo e meu tempo termine, quero dizer que gostei de L’Amour, é diferente e desafiador. E podemos esperar muito do Luciano no futuro.
(M), de ‘L’Amour: 12 oz’ – Por Luciano Salles
Opa camarada. Tudo certo?
A repercussão do teaser do meu novo trabalho foi demais. Lancei aqui os sites que fizeram a divulgação com seus respectivos links.
Só tenho que agradecer tamanha atenção e interesse! As páginas da HQ estão caminhando bem e o que ainda não está definido é se entro com o projeto da confecção da revista pelo sistema de crowdfunding.
O que já devo dizer é que se optar por este caminho, com toda certeza, a revista já estará pronta e em processo de impressão. Assim, o prazo entre a colaboração e a entrega das revistas será rápido.
Grande abraço!
Luciano Salles.
Universo HQ
Contraversão
Terra Zero
Alan Guedes
Quadrinhosfera
Cenário HQ
MobGround
Portal Garagem Hermética Quadrinhos
HQ Maniacs
Pipoca e Nanquim
Não Leio
Melhores do Mundo

Olá camarada! Tudo certo?

Recebi hoje uma baita resenha legal sobre ‘O Quarto Vivente’.
Sim, e ela veio pelo grande MOB Ground! Você pode optar em ler a resenha direto no site ou, toda ela por aqui.

Baita abraço

Luciano Salles.

Uma grande surpresa: O Quarto Vivente

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Sempre que pego uma HQ nova, tento analisar, através do título, da capa e em uma folheada rápida nas páginas dela, o que o autor estava pensando quando começou a roteirizar e desenhar aquele trabalho e o que ele quer nos mostrar com esse trabalho. Sei que é um pouco precipitado e difícil chegar a alguma conclusão apenas com esses itens citados, uma HQ é muito mais que uma capa e um título, mas temos de concordar, especialmente se tratando de trabalhos mais independentes, que são itens muito importantes no momento da escolha e da compra de um produto.
E foi assim logo que recebi O Quarto Vivente, de Luciano Salles.
A HQ
“Em 2.177, o Brasil acolheu fraternalmente França para dentro de seu território, pois toda Eurasia, em um processo rápido de quase 60 anos, foi inundada pelos oceanos. Os demais países dessa enorme área, foram da mesma forma, acolhidos por outras nações. É um novo mundo estranho, diferente do que se imaginava, onde o acaso se perdeu e os seres humanos estão totalmente voltados para o único e para o ‘um’. É onde a jovem Juliett-e Mano-n, descobre um método para mudar os caminhos até então percorridos e escolhidos.”
Analisei muito o trabalho dele, bem mais do que deveria para ser sincero, sempre acontecia algo e acabava não conseguindo lê-la. Mas logo de cara você tem um título um pouco fora do comum, mas que, por alguma razão, me remeteu ao filme O Quinto Elemento – e que depois de conseguir apreciar a leitura calmamente vi que não tem quase nada relacionado um com o outro além da história se passar em um futuro (não tão) distante -, uma capa que parece não explicar muito, mas que possuí um traço firme e marcante e páginas que, ao folheadas, não dizem muito além da bela ilustração feita pelo autor.
E ficou nisso por algumas semanas, até que consegui ler da forma como eu queria, com calma, tentando pegar os detalhes e as referências do trabalho.
Sobre o Autor
Luciano Salles, também conhecido com Pirica, nasceu em 1975, na cidade de Taquaritinga, interior do estado de SP. Ainda criança pequena, mudou-se para Araraquara, onde encontrou as coisas que viriam a ser suas paixões: rock’n’roll e quadrinhos.
Graduou-se em Engenharia Civil e Engenharia de Segurança do Trabalho. Labutou, também, anos como bancário. Entretanto, mesmo durante esses longos períodos, sempre se manteve fiel aos quadrinhos e os desenhos.
Em 2012, decidiu viver somente de sua produção artística. Entre trabalhos de ilustração, produziu sua primeira HQzine “Luzcia, a Dona do Boteco” e agora lança sua segunda empreitada “O Quarto Vivente”.
Li a primeira, a segunda e a terceira vez e em cada uma descobria coisas novas, entendia diálogos e interpretava os acontecimentos de formas diferentes e, ao mesmo tempo em que tudo parecia não fazer o menor sentido, estavam interligados, talvez dentro da minha cabeça, talvez essa tenha sido a intenção do Luciano ou ainda eu simplesmente não devia estar entendendo porra nenhuma do que estava acontecendo ali.
Não que isso seja ruim ou estrague a experiência da leitura, mas sim o oposto, toda a satisfação desse trabalho está nisso, pensar e repensar nas possibilidades, entender que o leitor faz parte daquele conjunto e, apesar de todas as impressões da HQ serem exatamente iguais, as pessoas que a lerem terão visões diferentes (e as vezes até opostas) sobre o que está acontecendo ali. Como disse o Raphael Fernandes na sua resenha para o Contraversão, no fim, você seria o quarto vivente da história, pois ela só existe porque você está ali para interpretar (ou não) tudo aquilo.
Posso afirmar que alguns acharão que os diálogos são incompletos, outros conseguirão encontrar referências filosóficas daquelas mais obscuras possíveis e com certeza essa é a grande sacada do Luciano Salles, fazer com que as pessoas reflitam sobre os dias de hoje e o nosso obscuro futuro, sobre a individualização e a “independência” dos seres humanos e tentar ligar tudo isso ao trabalho dele.
A arte é algo belo e desconcertante, Luciano tem traços muito bem definidos e utiliza bem as cores em cada detalhe, ainda mais tendo um formato A4 e uma linda impressão colorida em papel couchê, tornando todo o conjunto em algo único e muito bem feito.
Confesso que o universo explorado nessa HQ deveria ser expandido para outros contos ou talvez um arco mais complexo que ligaria essa história a muitas outras que eu acredito que existam na mente do autor.
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O Quarto Vivente
Autor: Luciano Salles
Páginas: 44
Nota: 7,5
Valor: R$20,00
Maiores informações e compras: em:https://www.dimensaolimbo.com/ 
Olá, camarada. Tudo certo?
Esse é um grande ano!
Meu primeiro, efetivamente como quadrinista, e já vou participar do 8º FIQ,  Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte, o maior evento de quadrinhos do Brasil.
Nessa oitava edição, entro com a minha nova HQ : O Quarto Vivente, que custa R$ 20,00 e mais alguns ‘prints’, também por vinte dinheiros. O Quarto Vivente tem recebido boas críticas dos meios especializados. 
Aqui você pode conferir algumas desses resenhas:
Capa de O Quarto Vivente

Contraversão 

Papo de Quadrinho 

Universo HQ 

Gibi Znort 

Quadrimcast

Além da minha HQ, também participo do livro do Ivan Freitas da Costa,  Ícones dos Quadrinhos, com minha ilustração do Watchmen. 

Esse é um baita de um item obrigatório para qualquer colecionador ou apreciador de quadrinhos. Aqui tem muito mais informações sobre esse livrão!
Watchmen por Luciano Salles
O Quarto Vivente, Ícones dos Quadrinhos e mais outra HQ. Sim, participo desenhando uma história de Raphael Fernandes, ganhador do HQMix como roteirista revelação, em outra revista, que também será lançada no Festival.
E para finalizar, fiz uma participação para almanaque do Shogum dos Mortos de Daniel Wernëck.
Colaboração para o Shogum dos Mortos
Detalhe da HQ de Raphael Fernandes
Tenho ainda, outra participação, mas essa não veio a tona e então, não posso revelar…
Assim, passarei a semana de 13 a 17 de Novembro, em Belo Horizonte, no maior Festival de Quadrinhos do Brasil! Espero encontrar você lá!
Grande abraço!
Luciano Salles.

Olá, camarada. Tudo certo?

Ontem saiu uma resenha de O Quarto Vivente no site Contraversão. Confesso que fui surpreendido pela resenha. Aqui o link direto para a matéria. Abaixo, texto na integra.

Abraço…

Luciano Salles.

As muitas leituras de O Quarto Vivente

Por:   |  em 13/09/2013  |  0 comentários

Capa da frente

Quando li O Quarto Vivente pela primeira vez, minha sensação foi a de ter visto uma janela para um futuro paralelo, mas que o tempo que eu tinha para ver era de apenas alguns poucos minutos. Luciano Salles  é um autor que gosta de provocar sensações, estranhezas e dar choques de 220 volts na sua cachola pra ver se sai alguma coisa. O que ele faz não é contar histórias. Ele faz arte. Meu segundo contato com essa história em quadrinhos foi em uma resenha escrita por Gustavo Vícola, publicada na edição46 da revista Mundo dos Super-heróis. Depois de elogiar o desenho e a qualidade da impressão, o crítico afirma o seguinte “É uma pena que, em meio a tantos acertos, o argumento da HQ seja confuso e Salles não consiga apresentar com clareza o estranho mundo futurista que criou, resultando em diálogos às vezes incompreensíveis.” Inicialmente, discordei com muita veemência da resenha! Afinal, eu havia me encantado com o trabalho lisérgico, futurista e com altas doses de surrealismo de Luciano Salles. Porém, ao reler “O Quarto Vivente”, acabei concordando em parte com o Gustavo Vícola.

Page 10

  “O Quarto Vivente” é uma história em quadrinhos futurista protagonizada pela jovem Juliett-E, que quer ser mãe e busca os métodos mais modernos para ter autonomia masculina nessa história. No entanto, a história não se trata desta personagem. Em minha segunda leitura, percebi que o quarto vivente sou eu. Sim, leitor. O Quarto Vivente é o próprio leitor, que é convidado por Luciano Salles para entender esse sonho, vislumbre, visão. Para ajudá-lo a interpretar. No posfácio, existe um texto de Daniel Lopes, parceiros do Pipoca e Nanquim, afirmando todas as suspeitas que um leitor mais versado em outras artes poderia sacar. Segundo ele, Luciano é herdeiro de David Lynch, Moebius, Philip K. Dick… Mesmo essa visão ainda não pegou o pulo do gato de Luciano Salles. “O Quarto Vivente” não é uma história, mas uma experiência que deve ser vivenciada como tal. Algumas coisas são impossíveis de contar e só podem ser compreendidas quando vividas. Foi isso que o supracitado autor tentou fazer, contar algo que ele considera inviável de ser contado. Para isso, ele nos pede que o ajudemos a interpretar esse sonho louco distópico, sujo e artificial.

Page 21

  O grande mote da história é que tudo soa falso, tudo soa dentro da moda e com altas dosagens de mentalidade de gado. Quando nos tornamos parte desse sistema que perde o sentido? Quando a influência norte-americana foi mais forte que a francesa, tão apreciada pelo meio acadêmico brasileiro? Até quando vamos ver a concepção como algo feito por um homem e uma mulher? O julgamento do próximo dá o tom de toda a história, parecem páginas sem sentido, mas elas são a chave decodificadora. O mundo é das aparências e até os velhos reacionários sabem disso. Algumas obras não estão aqui para dar respostas, para pegar na sua mão e te levar a todas as conclusões do autor. Outras são muito mais inspiradas em Carlos Castañeda, Timothy Leary, Robert Anton Wilson, Aleister Crowley, William Burroughs, Alejandro Josorowsky e outros pensadores que rompem com a necessidade de serem entendidos ou óbvio.

Page 25

O Quarto Vivente não é para ser lido, mas vivido. Sua experiência de leitura não é para trazer respostas, mas para que você seja forçado a fazer perguntas. Por isso, devo concordar com a resenha de Gustavo Vícola. Realmente, Luciano Salles não mostrou com clareza esse mundo futurista e deixou seu argumento confuso, mas não é uma pena. Ele nunca quis que você soubesse do que a obra estava falando. Na verdade, ele provou pra você que a nossa visão de hoje para “o estranho mundo futurista que criou” seria essa. Afinal, vemos o mundo pelos olhos do nosso tempo. As minhas perguntas foram: Quem diabos é esse “O Quarto Vivente”? O que significa o nascimento de uma criança? Por que você ainda não leu Moby Dick? Você já é um dos conformados com a rotina e o óbvio? O que leva alguém a querer ter um filho? Muita gente se apaixona por quem quer ter filhos e se casar, pois isso tem aquele cheirinho de nostalgia, certo? Partos na água são uma moda sem o menor sentido ou somos criaturas aquáticas? Será que o Luciano Salles pensou alguma coisa ao fazer isso tudo? Ele teria apenas sonhado

Editor da MAD, do blog Contraversão e dos quadrinhos da Editora Draco. Atua como social media e roteirista das HQs Ditadura No Ar, Ida e Volta e Apagão. Quadrinhos, humor, terror, literatura e subversão.

simplesmente fico extasiado em escrever esse título para meu novo post.

uma revista que escrevi o roteiro e desenhei em duas semanas com um número limitado de 1oo cópias está vendendo bem e, como quero lançar a hq na riocomicon e na fiq, será necessário um segundo lote.

isso me deixa mais que realizado!

agradeço todos que já compraram a hq! e se você ainda não comprou,  tenho números da primeira edição para vender! é só entrar em contato pelo meu e-mail lucianosalles@me.com, pelo meu twitter @lucianosalles ou direto via paypal clicando aqui!

muito obrigado e grande abraço!

e para quem não conhece a ‘luzcia’…
e se quiser dar uma olhadela na hq nesse video ‘trailer’ 8mm…


‘quando david lynch visitou um boteco e virou quadrinista brasileiro’
leia a materia toda por aqui!

essa é frase que abre a resenha feita pelo ‘saite’ contraversão sobre minha hq ‘luzcia, a dona do boteco’ que você pode comprar aqui.

bom, nem preciso dizer a felicidade imensa que estou neste momento, postando isso!

sempre fui mega disciplinado e de repente, como um lunático, larguei tudo para seguir somente com a minha arte. isso aos 37 anos de idade.

adendo: eu sempre li quadrinhos de todos os tipos e, quando me perguntam se fiz alguma faculdade de artes ou algum curso de desenho, digo que sou formado em moebius.
sim, isso mesmo, o grande jean girauld moebius. que suas paisagens o tenham!

e, a história dessa hq foi assim!
com mega disciplina e em duas semanas precisava mostrar meu trabalho para outro mestre que viria ao sesc araraquara para uma palestra.
leia na postagem piwl-pa-col sobre a visita de laerte coutinho de 14.o7.2o12.

enfim, sentei, escrevi o roteiro, desenhei, pintei, imprimi, grampei e finalizado o trabalho comecei a mostrá-lo.
lembro que os primeiros a conhecer meu trabalho foram o pessoal do pipoca e nanquim. sempre serei grato a esse caras. obrigado daniel lopes, alexandre callari, bruno zago e guilherme garcia, um dos fundadores e que hoje está em outros embalos logicamente envolto com hqs.

e assim está sendo minha nova vida como artista, ilustrador e quadrinista.

cheers motherfuckers!

‘trailer’ da hq ‘luzcia, a dona do boteco


ao som de bleach ‘nirvana’ 1992.