Posts

Olá camarada, tudo bem?

Fui convidado para ajudar a desenvolver um novo projeto em quadrinhos. A princípio pensamos em uma continuidade semanal e que teria no máximo quatro ou cinco páginas. Uma coisa rápida e continuada.

Mas por algumas razões e outras pautas é possível que as histórias sejam de apenas uma página, o que é bem legal também. Outra coisa bem interessante é que este projeto não é só pra mim. Estamos trabalhando para convidar quadrinistas que topem o desafio e acredito que todos que forem convidados aceitarão. É um projeto bacana em uma baita mídia massa!

Resumindo tudo o que escrevi acima é que acabei fazendo uma HQ de quatro páginas e que agora posso compartilhar com você!

Apresento Táxon, uma história em quadrinhos escrita, desenhada e colorida por mim, sempre com as revisões do editor, apresentador, amigo e camarada Daniel Lopes.

Espero que goste. Um abraço!

Luciano Salles.

Táxon é uma HQ de Luciano Salles
Táxon é uma HQ de Luciano Salles
Táxon é uma HQ de Luciano Salles
Táxon é uma HQ de Luciano Salles
Intervalo 02, por Marcelo Braga para
L’Amour: 12 oz de Luciano Salles

Olá, camarada. Tudo certo?

L’Amour: 12 oz é minha terceira história em quadrinhos e será lançada em novembro de 2014. Esse trabalho conta com três intervalos e, para cada intervalo, convidei um artista.

Hoje é o dia de revelar o desenho do Marcelo Braga!

Braga é simplesmente um enorme talento ambulante. Não há um único desenho que camarada faça que fique assim, mais ou menos. É incrível a inteligência que ele usa nas suas pinceladas. Acha que estou exagerando? Confira de novo o personagem (M) que ele fez para o intervalo 02.

Em setembro revelo mais uma arte de outro artista convidado para fazer um intervalo. Aliás, curta a página da revista no Facebook.

Agora, mais algumas novidades sobre o andamento da revista:

Todas as cores já foram finalizadas pelo Marcelo Maiolo. Agora, tenho que ajustar alguns pequenos detalhes nas páginas coloridas e que farei junto dele.

O posfácio já tem dono e será assinado por um camarada que entende tudo e um pouco mais sobre quadrinhos. O prefácio também já tem dono e caminha bem!

Entretanto você pode pensar: estamos em agosto e por qual motivo a revista será lançada somente em novembro?

Tenho um cronograma para seguir mas já adianto que esse lançamento será no início do mês onze! Quero que L’Amour: 12 oz tenha as mesmas qualidades gráficas que apresentei em O Quarto Vivente e que consiga subir um degrau a mais na satisfação do leitor que adquirir a revista.

Grande abraço!

Luciano Salles.

L’Amour:12 oz. A nova HQ de Luciano Salles
Olá camarada! Tudo bem?
Vou direto para as novidades continuando com a contagem do post anterior.
05: O nome da revista foi mudado. Na realidade, o nome somente ganhou um subtitulo. Devido ao contexto da história, foi acrescido uma unidade métrica de peso que é utilizada como padrão para as luvas de boxe.
Os boxeadores peso pesados, usam luvas com o peso de doze onças. O símbolo para a unidade onça é oz. Assim, o nome da HQ ficou: L’Amour: 12 oz.
06: Até o dia primeiro de Março, um teaser de L’Amour: 12 oz será disponibilizado aqui no bloguesaite e nas redes sociais.
07: Essa semana fecho até a página nove. Estou fazendo um pacote de três em três página e enviando para uma segunda revisão.
08: De brinde essa imagem é um pequeno recorte que fiz da HQ.
Fecho aqui o post,  Novidades 02.
Acompanhe as novidades de L’Amour: 12 oz cadastrando seu e-mail aqui no Dimensão Limbo, ou seguindo o ‘blogue’.
Forte abraço!
Luciano Salles.
Mafalda, por Luciano Salles.
Olá, Camarada. Tudo certo?
Em 2014, mais precisamente no dia 29/09, a Mafalda, célebre personagem da tiras Argentinas, completará cinquenta anos.
Assim como a Mônica, do Maurício, a Mafalda nos presenteia com sua eloquência por cinco décadas.
Através do mestre Quino, a pequena questionadora, ainda faz, em apenas três pequenos quadros, a vergonha de quem ler, aflorar. Faz engolir seco. Aquela leitura que ao final, você olha para os lados, conferindo se alguém compartilhou sua expressão facial.
Cada vez mais a Mafalda se faz necessária!
Mafalda, por Luciano Salles.
Olá camarada, tudo certo?
Assim como fiz com a minha HQ O Quarto Vivente, começo nesse post, com as notícias sobre meu novo trabalho em quadrinhos, que se chamará, L’Amour.
Bom, sendo assim, vamos lá!
01: O roteiro já está pronto e revisado pelo meu camarada e grande amigo, Daniel Lopes, apresentador do excelente Pipoca e Nanquim.
02: Pelo roteiro, a revista terá 58 páginas de história. 
03: Obedecendo meus cronogramas, começo a desenhar a revista no dia 30/12/2013.
04: Não costumo mostrar meus rascunhos de personagens, mas aqui está um que provavelmente estará em L’Amour!
Essas são as primeiras novidades e notícias sobre meu novo projeto em quadrinhos. Espero que acompanhe as postagens, que deixe suas impressões e tudo o que quiser, aqui no bloguesaite!

Grande abraço!

Luciano Salles

A artrite de Luzcia, uma história de Luciano Salles
Camarada, tudo bem?
Eis que apresento, dentro dos meus cronogramas, o que tenho programado para 2014 e 2015!
Isso é tão somente, a apresentação dos personagens e alguns testes de cores por onde pretendo conduzir.
Um pouco mais para frente, lanço realmente dois teasers de como as coisas certamente virão.
Aproveito o post para já divulgar o curso que vou coordenar no SESC Ribeirão Preto, em todas as quartas-feiras do mês de Janeiro.
Será realizado dentro do projeto HQ Lab – Laboratório de Histórias em Quadrinhos e vou falar basicamente sobre as HQs Independentes, Autorais e como trabalhar sua auto promoção.

L’Amour, uma história de Luciano Salles

Assim que a programação já estiver pronta, divulgo também por aqui!
Espero que tenha gostado das novidades!
Um baita abraço…
Luciano Salles.

(A)
Olá, camarada, tudo certo?
Abro a semana revelando o nome do meu novo trabalho em quadrinhos : L’Amour.
Ainda estou fechando o roteiro, mas achei que o nome já poderia ser mostrado.
Depois de ‘Luzcia, a Dona do Boteco’ e de ‘O Quarto Vivente’, posso dizer que aprendi muito! Muito mesmo!
Nessa minha nova e terceira empreitada, há muito para se fazer e muito para se melhorar. Aprimorar várias etapas, afinar e refinar meus traços, minhas palhetas de cores e minha escolha para os materiais que usarei.
Com sempre digo, agora parto para uma internação voluntária, onde ficarei horas desenhando, desenhando e desenhando.
Abraço!
Luciano Salles.
O Quarto Vivente de Luciano Salles
Olá, camarada. Tudo certo?
Comecei hoje, pelo Twitter, uma nova Promoção -Sorteio. Sim, basta você  ‘retuitar’ a seguinte frase:

“Eu quero ganhar ‘O Quarto Vivente’, a nova HQ de @lucianosalles”
E, além da frase, você deve estar entre meus seguidores. Se ainda não segue meu perfil no Twitter é (sendo redundante) : @lucianosalles
Simples demais, D’Accord?
A Promoção começou hoje e o sorteio será ao final do dia 11/09.
Forte abraço!
Luciano Salles
Acima, duas páginas, de um total de 48 páginas da HQ. Todas coloridas em papel Couchê 170 gramas, capa com verniz de reserva em papel DUO Design e formato A4.

Olá, camarada. Tudo bem?

Saiu uma resenha bem legal de O Quarto Vivente no Universo HQ. Coloco aqui o texto na integra mas se quiser pode ver diretamente no UHQ.

Forte abraço!

Luciano Salles.

O quarto vivente

Por Audaci Junior

Data: 2 agosto, 2013

O quarto viventeEditora: Independente – Edição especial
Autor: Luciano Salles (roteiro e desenhos).
Preço: R$ 20,00
Número de páginas: 48
Data de lançamento: Junho de 2013
Sinopse
No futuro, em um processo que durou 60 anos, a Eurásia foi inundada pelos oceanos. Os países desse continente foram incorporados por outras nações. O Brasil acolheu fraternalmente a França para dentro de seu território.
O ano é 2177 e o acaso se perdeu. O admirável mundo novo se volta para o individualismo. É nele que a jovem Juliett-e Mano-n descobre um método para mudar os caminhos até então percorridos e escolhidos.
Positivo/Negativo
O segundo trabalho de Luciano Salles (o primeiro foi a HQzine Luzcia, a dona do boteco) é um exercício das consequências do tempo atual que poderá levar ao futuro distópico representado nas suas páginas.
Hoje, o individualismo e a liberdade se perdem não só pelos contrastes sociais, mas também pela perda da identidade frente às novas tecnologias ou aos valores intrinsicamente ligados ao ser humano.
Em O quarto vivente, as pessoas usam fones de ouvidos e viseiras para não ter nenhum tipo de contato uns com os outros. Os veículos não têm vidros, guiados por câmeras, os partos são arranjados geneticamente e o controle total oferece os ecos de 1984, de George Orwell.
Interessante a construção gramatical do futuro rearranjado pelo autor, com estrangeirismos e neologismos que podem causar estranhamento, mas que se encaixam muito bem na história. Por exemplo, as expressões herdadas pelos nossos “convidados” franceses como “d’accord” ou “Por D’Arc” (uma referência à mártir santificada Joana D’Arc, camponesa que ajudou a França a vencer a Inglaterra na Guerra dos Cem Anos, no Século 15).
O efeito na protagonista de domar as estribeiras do destino também carrega traços biográficos do autor, que por muitos anos foi bancário em Araraquara, São Paulo, e largou tudo pra se dedicar profissionalmente aos quadrinhos.
Com um estilo que combina o underground e a “linha clara” europeia (lembra muito os trabalhos dos brasileiros Rafael Grampá e Rafael Coutinho), a arte estilizada e as belas cores funcionais de Salles mostram-se bem “vivas” e dinâmicas.
Às vezes, os detalhes causam certa confusão, como no quarto quadro da página 11, em que percebe-se, na continuação da narrativa, que são os joelhos da protagonista. As spash pages (páginas que fazem um único painel) não são bem aproveitadas, a exemplo da 3, em que o impacto causado pelo trânsito “cego” não é alcançado.
Vale notar que o autor também aproveita algumas splash pages para quebrar a narrativa para detalhar seu futuro, um indício que esse universo poderá ser revisitado.
Em contrapartida, as junções cinematográficas dos detalhes em O quarto vivente mostram uma simplicidade que serve para contar a história e oferecer o tom intimista. Cenas como a inseminação de Juliett-e e o “cheiro de nostalgia” da sua amiga Madelein-e conferem o domínio narrativo de Luciano Salles.
Sobre a qualidade editorial do álbum, sabe-se que já se foi o tempo de fotocópias e mimeógrafos associados aos independentes, mas o trabalho de Salles impressiona. Um formato diferenciado (semelhante a uma folha A4), aliado a uma ótima impressão em um papel couché fosco de alta gramatura oferece fidelidade à sua arte.
E a bela capa cartonada ainda tem aplique de verniz, QR Code e orelhas. Tudo isso por um preço bastante acessível, valendo pela qualidade material e artística da obra.
Dentre escorregadas, nada que comprometa a HQ: a justificação da apresentação de Ivan Freitas da Costa, um dos curadores do Festival Internacional de Quadrinhos de Belo Horizonte, está muito espaçada, dificultando um pouco a leitura; e o crédito do posfácio assinado por Daniel Lopes faz parecer que ele é editor da DC e Vertigo nos Estados Unidos, não da Panini, que lança esses selos no Brasil.
Mas é tudo perdoável pelos outros acertos editoriais.
Uma edição e um quadrinhista que merecem ser conferidos, seja pela arte, pela construção de um universo ou pelo desfecho aberto do seu recorte futurístico.
Classificação
4,0
Olá, camarada. Tudo certo?
Vira e mexe, costumo fazer algumas homenagens. Essa era uma que já queria fazer a tempos…
A singela homenagem ao icônico Ziraldo, veio em forma da cativante ‘The Supermãe’, ou, Dona Clotilde, quando na sua mais pura forma.
Criada em 1969, hoje ela contaria com recursos que nem seu protegido filho Carlinhos, mesmo em sonhos, imaginaria por onde escapar.
Forte abraço!
Luciano Salles.