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Teresa, eu e a Gabriela, na Mondrian Ambiente, empresa
que me apoia para ir pra CCXP 2019
Olá, tudo bem?
Desde 2014, ano da primeira Comic Con Experience, procuro apoio cultural para ir ao evento. O custo total que 5 dias de convenção mais dois dias extras (um antes e outro depois do trabalho), pesa no bolso.
Viagens, transporte dentro da cidade de São Paulo além de ir e voltar todos os dias para o evento, alimentação, aluguel da mesa da CCXP, cafés (muitos) e principalmente, hospedagem, quando somados na ponta do lápis, avoluma-se em uma alta fatura.
Tenho vários pontos onde me hospedar em SP mas procuro ficar em um hotel bem próximo ao São Paulo EXPO – que é o prédio que acolhe a CCXP – pois consigo chegar rápido depois do dia de trabalho e assim descansar um pouco, fazer livro caixa do dia, me alimentar tranquilamente para o próximo e intenso dia de evento.
No meu caso, participar de uma convenção desse porte e sabendo que em alguns dias terei uma fatura a pagar, só traria ansiedade em fazer vendas e mais vendas para a quitar a dívida e contabilizar meu lucro. Poderia me levar a perder a espontaneidade e interação que tanto gosto de ter com as pessoas que conhecem e apreciam meu trabalho como as que ainda não.
E assim, para a CCXP 2019, renovei o apoio cultural com a Mondrian Ambiente, que aceitou cuidar da mesa do evento. Gosto de usar a palavra “cuidar” pois é exatamente isso! Sei que enquanto estiver sentado ali, trabalhando, vendendo e autografando algumas revistas, minha atenção também estará na materialização de um pedaço da Mondrian ali comigo, dando suporte e tranquilidade.
Agradeço a Teresa e a Gabriela, que me acompanham desde 2012 nesta caminhada e, como sempre comento com elas, tenho a Mondrian com uma extensão da minha casa.
Aliás, você que mora em Araraquara já conhece a Mondrian? Se sim, sabe que é realmente um lugar especial e agradabilíssimo. Se ainda não conhece, programe-se para passar algumas horas ali e conhecer tudo o que o espaço pode oferecer.
É isso!
Grande abraço.
Luciano Salles.
Mulher-Maravilha por Luciano Salles em 2016
Olá. Tudo bem?

O nome do post ficou estranho com tantos termos em inglês porém necessário, e até comum, para os que mais visitam meu blog. Se você não está habituado com histórias em quadrinhos e cultura pop, explico.

– Commission é um termo inglês cuja tradução imediata seria comissão, que por sua vez, significa “aquilo que alguém foi incumbido de”.

– Wonder Woman é o nome em inglês da icônica personagem, Mulher-Maravilha.

Template é outro termos em inglês que significa, modelo.

Trazendo para nossa língua portuguesa o nome da postagem seria: Encomenda de uma arte exclusiva da Mulher-Maravilha e mudança do modelo base padrão do meu blog.

MUDANÇA DE TEMPLATE
Hoje vou alterar o template que uso desde 2012 no meu blog. O motivo da troca é que agora o usarei um template responsivo e assim, ficará melhor adaptável e responsivo ao uso em celulares, tablets e computadores.

Já fiz todos os testes necessários e logo perceberá que o blog mudará. A alteração completa deve durar uma semana pois vou atualizando um pouco por dia e, ao final da troca, tudo ficará melhor e com as mesmas funcionalidades.

COMMISSION: WONDER WOMAN
Hoje começo a pensar, pensar e pensar para depois rascunhar a Mulher-Maravilha que recebi como encomenda. Quando tiver o trabalho pronto faço uma postagem especial sobre esse arte com imagens desde o primeiro rascunho, vídeos até chegar na arte finalizada.

É bem provável que essa arte vire um print exclusivo para ser vendido na Comic Com Experience 2019.

Seu comentário é sempre muito bem vindo!

Um abraço.

Luciano Salles.
Olá, tudo bem?
O tão falado caso “amoroso” e policial, Najila e Neymar, não tem nada a ver com o Robert Smith, icônico vocalista da banda inglesa The Cure. Apenas calhou de ter seu nome junto aos outros no título da postagem.
Semanalmente colaboro junto do psicanalista, escritor e autor da série Psi, da HBO, Contardo Calligaris, ilustrando seu texto na Folha de S.Paulo. Essa semana o título da coluna foi “Najila, Neymar e os comentários”.
Ilustração para a coluna do Contardo Calligaris na Folha de S.Paulo por Luciano Salles
Em um texto assertivo, Contardo, mais uma vez, deixa latente sua visão e posiciona o leitor para refletir sobre o assunto neste mundo instantâneo de análises, julgamentos e sentenças. Convido você a fazer a leitura por esse link: http://bit.ly/2UdFNqu
Robert Smith por Luciano Salles
Já sobre o Robert Smith, eu fiz um desenho do cantor e dei de presente para um amigo de longa data em seu aniversário, que se passou na mesma semana. Só isso, nada que o vincule as peripécias contidas nos parágrafos anteriores.
É isso! Fico por aqui enquanto preparo uma curta imersão de dois meses para os meus leitores.
Um abraço.
Luciano Salles.

Ilustração para o jornal Folha de S.Paulo por Luciano Salles.
Olá, tudo certinho?
Eu recebo o texto na terça-feira ao final da tarde, por vezes no começo da noite e tenho que enviar o desenho finalizado até às 14h da quarta-feira, para a redação do jornal.
O Contardo tem um escrita fluída, de pensamentos rápidos, ligando assuntos que pouco se atrevem ou se interligam, quase como se escrevesse um ensaio; o motivo dessa postagem é tentar fatorar os meios por onde chego na ilustração que será publicada.
Ao receber o texto direto do e-mail dele, já respondo que recebi para ele ficar tranquilo com sua parte do trabalho. Combinamos o uso do e-mail pela praticidade. 
Os textos sempre dão uns “chacoalhões” e isso desde quando eu assinava o jornal físico (a mais de 15 anos). Não sei se a prática de atender pacientes em consultas o conduz para esse formato de escrita mas, de fato, para mim, sempre foi assim.
A primeira leitura que faço é apenas uma apreciação do texto e por isso, evito pensar que terei de ilustrar sobre o que estou lendo. Por muitas vezes, uma segunda leitura se faz necessária apenas para uma melhor compreensão do que foi escrito.
Sketch “podrera” por Luciano Salles.
É geralmente na terceira leitura e essa, mais nas entrelinhas, que começo a refletir sobre o conteúdo ali exposto. Como é um texto corrente, parece que tudo ali foi preenchido como um rio preenche e percorre seu leito. Esse passa a ser meu desafio.
Penso que a ilustração dever ter o poder de atrair e quem sabe, conduzir os olhos do leitor curioso para o que deve estar escrito ali. Sei que o Contardo tem seus fieis leitores mas não custa tentar angariar um novo. Por esse motivo, essa terceira leitura é bem mais crítica, onde procuro algo que o Contardo não escreveu mas ficou velado entre tantas sentenças.
Foto da página do caderno Ilustrada.

Para o texto desta semana, especificamente, o que me atinou foi o fato de que precisamos de fantasias para viver. Não só nos aspecto sexual, como o texto viceja, mas vivemos em prol de fantasias que criamos, acreditamos e realmente são necessárias (as saudáveis no aspecto social geral).

Dentro de toda essa amplitude e carga contextual, convido para a leitura do texto por esse link http://bit.ly/2DT54RI para seguir a trilhas e passos que procurei tomar para chegar na arte publicada.

Fico por aqui no aguardo de comentários, compartilhamentos, sugestões e o que mais quiser inserir logo abaixo.
Um abraço.
Luciano Salles.
Commission por Luciano Salles
Olá, tudo bem?
No meio de fevereiro recebi um pedido de commission (termo utilizado para a encomenda e compra de um trabalho original e exclusivo), de um cidadão norte-americano que reside especificamente no estado da California.
Todos os processo formais formam feitos, fiz o desenho com o tema que ele queria e enviei para o endereço indicado.
O comprador recebeu o trabalho e de forma educada e pragmática como os americanos são, disse que amou o desenho mas enfatizou estar um pouco confuso quanto ao tamanho do trabalho. 
ELE TINHA RAZÃO! Eu recebi a encomenda em formato A3 e, simplesmente, fiz a arte no formato A4. Não sei o que me levou a isso! Onde eu estava com minha cabeça durante todo o tempo que fiz o desenho? Por qual motivo não revisei nossas trocas de mensagens antes de confirmar o tamanho da encomenda?
Sinceramente? Não sei…
Fui educado pelos meus pais a assumir qualquer erro que tivesse cometido e vou confessar que errei muito! Se errou, assuma, diziam eles. Faça um sincero pedido de desculpas e repare o erro o quanto antes.
Foi o que fiz. Pedi desculpas pelo ocorrido. Expliquei que não entendi o que me motivou a fazer o desenho no tamanho errado e que estava claro que a arte deveria ser em tamanho A3. Aliás, um detalhe importante: eu cobrei o valor por uma arte no tamanho A4 então estou ciente também do prejuízo financeiro que terei (meu tempo desenhando, o custo da postagem, papel, tintas, embalagem e correios).
Entretanto erros acontecem e hoje começo o novo desenho para o californiano e que tanto aprecia meus trabalhos.
Um adendo: enfatizo que a instituição financeira que trabalhei, principalmente onde comecei (Banco Real), tinha uma política de que erros acontecem, devem ser entendidos, não repetidos e reparados de forma rápida e sem custos para o cliente.
Retrabalho é chato mas estou fazendo como se fosse a primeira encomenda. Aliás, vou fazer um desenho totalmente diferente do que está ilustrando o post.
E você? Já errou “gostoso” assim?
Deixe suas cagadas nos comentários e vamos nos consolando…
Um abraço.
Luciano Salles.
O que está em jogo na visita de Bolsonaro a Israel? por Luciano Salles
Olá, tudo bem com você?
Na edição de hoje da Folha de S.Paulo, você pode ver meu trabalho no caderno Mundo. O que foi legal em toda essa empreitada é que tive a liberdade para fazer o roteiro do “quadrinho”. 
A proposta era produzir uma história em quadrinhos retratando a “vontade” do Presidente Bolsonaro em mudar a localização da embaixada do Brasil em Israel. A troca seria da cidade de Tel Aviv para Jerusalém, assim como já fez o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Recebi a pauta na quinta-feira de tarde com o prazo para entrega na sexta-feira à noite.

Não sei se reparou mas no primeiro parágrafo, coloquei a palavra quadrinho entres aspas pois montar o roteiro de uma HQ (de uma página) que contém tantas informações e viéses é, definitivamente, um desafio.

Não há espaço para a dinâmica que uma HQ necessita e assim fiz (com o apoio do repórter Daigo Suzuki) um compilado dos melhores pontos tendo a tarefa de ligar cada situação.

Fazer um quadrinho na capa do caderno Mundo, em jornal com o alcance que tem a Folha de S.Paulo é uma tremenda responsabilidade.
São quase 50 mil exemplares com uma HQ logo na cara em um espaço importante do periódico. Alguns pensamentos ecoaram depois de entregar os arquivos:

– Quantas pessoas que nunca leram ou não tem o costume de ler um gibi, uma sequência narrativa com texto e imagens e, de supetão, folheando o jornal, se interessam pela página?
– Quantas pessoas podem gostar do que viram e, de repente, bate aquela nostalgia de comprar um gibi na banca?
– E se uma criança que gosta de desenhar olha aquilo e ficar fascinada com a opção de ler uma história interagindo com imagens?

Por Luciano Salles

E principalmente:

– Como fazer os desenhos serem facilmente assimilados devido a restrição de espaço, excesso de conteúdo que a própria ocasião gera e aberto para todo tipo de público? Quem lerá será um(a) operário(a), um(a) professor(a), um(a) juiz, simpatizantes e não simpatizante ao Presidente, pessoas que entendem de geopolítica, enfim, uma diversidade fantástica!

É um desafio fazer algo que seja didático e também, de certa forma, nada como costumo fazer em minhas histórias. Essas são questões que sempre surgirão.

Espero que tenha gostado do conteúdo da postagem e deixe seu comentário.

Um abraço.

Luciano Salles.

Ilustração de 04/03/2019 para
a Ilustrada, por Luciano Salles.

Olá. Tudo bem com você?

Sabe, eu ilustro para o jornal Folha de S.Paulo desde 2015.
Comecei fazendo ilustrações esporádicas, ou de forma “freelance”, como é denominado – infelizmente – na linguagem falada (não gosto e evito usar termos em inglês para palavras tão bonitas da língua portuguesa mas é claro que muitas vezes falho).
Retrocedendo para o meio dos anos 80, sempre adorava ler e recortar as tirinhas do Laerte, Angeli, e Fernando Gonzales que eram publicadas no caderno de cultura Ilustrada da Folha e S.Paulo além de algumas ilustrações que me encantavam pelo jornal. Guardava tudo em uma pasta verde de elásticos, junto da minha honrada “coleção” de uma dezena de gibis. Deixava tudo exposto, decorando, uma peça que havia no quarto. Tudo isso em Araraquara.
Hoje, quase 35 anos depois, ilustro semanalmente para o mesmo jornal em uma coluna assinada pelo ator Daniel Furlan. Eu nunca imaginei, nem em sonho, que isso poderia ser possível. Até porque, era algo tão distante da minha realidade que jamais tive a intensão de trabalhar com meus desenhos.
O que fazia eram desenhos diários mas sem vínculos com nada. Se estivesse com vontade de desenhar a cadeira da cozinha, desenhava. Se estivesse com vontade de desenhar um bode com tetas, desenhava. Se fosse a vez do homem-Aranha, desenhava.
Matéria com meu trabalho na
Folha Ilustrada.

Desde de então, uma ou duas vidas se passaram, até que um dia, saiu uma reportagem sobre meu trabalho como quadrinista, naquele mesmo caderno de cultura, do mesmo jornal, que eu recortava as tirinhas. Aquilo já foi estranho demais para mim. Quem assinou a matéria foi o camarada, Télio Navega.

Como se não bastasse, um grande amigo e fotografo chamado Mastrangelo Reino, organizou um evento onde haveria exposições de fotos, música ao vivo e uma oficina de diagramação em jornal. O que me interessou para ir ao evento foi essa tal oficina. Sinto uma enorme dificuldade em diagramar qualquer coisa e pensei que, mesmo que fosse sobre diagramação em jornal, de alguma forma seria extremamente útil.
Cheguei com antecedência de umas duas horas do horário da oficina e de repente, quem iria ministrar o curso sobre diagramação era a pessoa que havia montado aquela mesma reportagem comigo na Ilustrada (essa da imagem ao lado). Ela me reconheceu e disse que havia trabalhado na matéria sobre meu trabalho com quadrinista.
A partir de então, o papo e a afinadade aconteceram. Como sempre ando com meus quadrinhos em minha mochila, ela ficou com um exemplar de O Quarto Vivente e de L’Amour: 12 oz. Folheou as revistas e me perguntou (ali mesmo) se eu desejava ilustrar esporadicamente para o caderno de cultura Ilustrada do jornal Folha de S.Paulo (aquele mesmo que eu fazia os recortes).

A Thea era a editora de arte do caderno.

Foto da oficina sobre diagramação. Não tenho os créditos
para a foto.

Após a oficina, fomos almoçar juntos no Frios da 7, um restaurantinho com uma comida bem caseira e sempre deliciosa, bem próximo ao evento.

Desde esse dia, eu nunca mais vi fisicamente a Thea, minha editora. Sempre nos falamos mas nunca nos vemos.

Um dia (ainda esse ano) vou para São Paulo me encontrar com ela, conhecer a redação do jornal e agradecer pessoalmente a oportunidade que ela me concedeu.

Um abraço.
Luciano Salles.
Jessye N. para o rótulo da cerveja “Opera Jessye N.” por Luciano Salles
Olá, tudo bem?
Ano passado fui contratado para fazer a arte de um rótulo para a cervejaria Ópera.
A bebida de nome Opera Jessye N, em homenagem a soprano estado-unidense, Jessye Mae Norman, uma da mais admiradas cantoras contemporâneas de ópera, acabou de ser lançada e faturou o prêmio de melhor IPA sul-americana.
Rótulo finalizado, aprovado e com as especificações para a ce
Após ouvir e assistir ela cantando, fiquei encantado com o perfil eolhos de Jessye, isso é claro, sem contar sua voz. Como não costumo ouvir ópera então, não conhecia a cantora.

Fiz o desenho para o rótulo e não economizei no espaço mesmo sabendo das inúmeras e inúmeras especificações necessárias que a estampa da bebida deve trazer. Deixei o “problema” para a RIMA design, da minha talentosíssima amiga, Marina Amaral, resolver.
O rótulo ficou perfeito, a cerveja ficou pronta e já levou um prêmio (terceiro lugar) como melhor IPA das Américas.
Imagem fornecida pela RIMA.
Para quem se interessa por questões técnicas, seguem as especificações que a cervejaria forneceu para eu inserir e deixar o post mais legal:
Imagem cedida pela cervejaria Ópera.

Nome: Opera Jessye N.
Estilo: BLACK IPA
ABV: 5,5%
IBU: 60
Descritivo breve:  Jessye N. Black IPA é nossa homenagem à cantora lírica Americana, homônima, de voz ímpar e presença marcante!  Essa black India vai te surpreender com um trio bacana no DRY HOP: CITRA, ELLA e MOSAIC, ficou interessante. Água muito bem filtrada e corrigida de sais, ficou uma pegada suave, valorizou o crisp final, mantendo um drinkability interessante. Fermento americano WLP 001 foi a bola da vez, com uma fermentação limpa, só resta sentir os aromas frutados dessa trinca de lúpulos! Saúde!
Lúpulos: Chinook, Centennial na fervura e late hopping; Citra, Mosaic e Ella no dry hop.

Harmonização:  Comida condimentada, linguiças, Hamburgueres e queijos.

Ainda não provei a cerveja mas, logo em breve, haverá um evento de lançamento com uma sessão de autógrafos na Cervejaria Ópera. Estarei lá rabiscando rótulos!
Não sou grande fã de cerveja mas essa quero experimentar legal.
Um abraço!
Luciano Salles.
Oficina de desenho e ilustração no SESC Ribeirão Preto em 09/02/2019
Olá, tudo bem?
No dia 09/02/2019, coordenei uma oficina de desenho e ilustração no SESC Ribeirão Preto e foi sensacional.
Com uma turma incrível, eclética e totalmente interessada na oficina, esse trabalho foi o melhor que já puder fazer pelos SESCs.
Infelizmente, muitas outras pessoas ficaram de fora e não puderam participar da oficina de acordo com a capacidade que definimos para o tamanho do grupo.
Quem sabe o SESC não decide contratar novamente o curso de ilustração e desenho?
Um detalhe interessante é que percebi que os “oficineiros” estavam por demais ansiosos, terminando os exercícios propostos na metade do tempo previsto ou menos. A sequência de exercícios são montadas de forma que o(a) participante vai imergindo na experiência do curso, entretanto, eu ainda notava que a maioria estava em um estado mais “aéreo”.
No intervalo do almoço decidi aplicar um exercício respiratório tradicional para quem pratica Yoga. Chama-se “respiratório quadrado” e é muito eficaz para deixar as pessoas mais aterradas e foi o que aconteceu. Funcionou muito bem e a oficina continuou de forma excelente.
Insiro abaixo algumas fotos e você pode ficar a vontade para deixar perguntas nos comentários.
Um abraço!
Luciano Salles.
Um pequeno exercício respiratório (pranayama) dentro da
oficina de 
desenho e ilustração no SESC Ribeirão Preto
em 09/02/2019
Oficina de desenho e ilustração no SESC Ribeirão Preto
em 09/02/2019
Oficina de desenho e ilustração no SESC Ribeirão Preto em 09/02/2019
Olá, tudo bem?
O ano começou. Para muitos, toda uma festa com esperanças renovadas. Para outros tantos, apenas um ciclo constante. O planeta não comemora o ano novo, os animais tão pouco. Nós é que precisamos de auto incentivos, novos empurrões, pular ondas e outras mandingas pois somos extremamente carentes de entendimento, discernimentos e programados para acreditar. Acreditamos pois somos seres sociais e para isso funcionar direitinho (novamente), precisamos acreditar em algo. Mesmos que seja acreditar em nada.
Esse primeiro parágrafo ficou razoavelmente carregado de ceticismo mas minha intenção não é deixar você depressivo ou depressiva. Acredito que seja o inverso disso. De qualquer forma, desejo que tenha uma boa sequência de dias ou mesmo, um excelente 2019.
Logo abaixo seguem as ilustrações que fiz para a coluna do Daniel Furlan, publicada pelo jornal Folha de S.Paulo no caderno de cultura Ilustrada.
Novembro
Ilustrações para o jornal Folha de S.Paulo
Dezembro
Ilustrações para o jornal Folha de S.Paulo
Um grande abraço!
Luciano Salles.