Commission por Luciano Salles
Olá, tudo bem?
No meio de fevereiro recebi um pedido de commission (termo utilizado para a encomenda e compra de um trabalho original e exclusivo), de um cidadão norte-americano que reside especificamente no estado da California.
Todos os processo formais formam feitos, fiz o desenho com o tema que ele queria e enviei para o endereço indicado.
O comprador recebeu o trabalho e de forma educada e pragmática como os americanos são, disse que amou o desenho mas enfatizou estar um pouco confuso quanto ao tamanho do trabalho. 
ELE TINHA RAZÃO! Eu recebi a encomenda em formato A3 e, simplesmente, fiz a arte no formato A4. Não sei o que me levou a isso! Onde eu estava com minha cabeça durante todo o tempo que fiz o desenho? Por qual motivo não revisei nossas trocas de mensagens antes de confirmar o tamanho da encomenda?
Sinceramente? Não sei…
Fui educado pelos meus pais a assumir qualquer erro que tivesse cometido e vou confessar que errei muito! Se errou, assuma, diziam eles. Faça um sincero pedido de desculpas e repare o erro o quanto antes.
Foi o que fiz. Pedi desculpas pelo ocorrido. Expliquei que não entendi o que me motivou a fazer o desenho no tamanho errado e que estava claro que a arte deveria ser em tamanho A3. Aliás, um detalhe importante: eu cobrei o valor por uma arte no tamanho A4 então estou ciente também do prejuízo financeiro que terei (meu tempo desenhando, o custo da postagem, papel, tintas, embalagem e correios).
Entretanto erros acontecem e hoje começo o novo desenho para o californiano e que tanto aprecia meus trabalhos.
Um adendo: enfatizo que a instituição financeira que trabalhei, principalmente onde comecei (Banco Real), tinha uma política de que erros acontecem, devem ser entendidos, não repetidos e reparados de forma rápida e sem custos para o cliente.
Retrabalho é chato mas estou fazendo como se fosse a primeira encomenda. Aliás, vou fazer um desenho totalmente diferente do que está ilustrando o post.
E você? Já errou “gostoso” assim?
Deixe suas cagadas nos comentários e vamos nos consolando…
Um abraço.
Luciano Salles.
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