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Mostrando postagens de Maio, 2020

Ser ilustrador da Folha de S.Paulo

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Olá, como vai?
O título da postagem é algo que escuto muito em forma de pergunta, afinal, "como é ser ilustrador da Folha de S.Paulo?" Existem outras vertentes dessa pergunta: "como você fez para ser ilustrador da Folha?" ou ainda, "como faz para trabalhar com arte para um jornal?"
Infelizmente não tenho resposta, afinal as coisas acontecem e por vezes temos o controle e outras vezes não. A Folha aconteceu comigo sem eu perceber até eu estar desenhando para o jornal. Foram conjunções, encontros e oportunidades não desperdiçadas. Sorte? Não sei se seria um caso de sorte, até porque, o que é a sorte?
Para não fugir do tema e se você tem a ideia de ilustrar para algum lugar ou trabalhar profissionalmente com desenho ou ilustração, mas ainda não tem seu nome entre editores, monte um site, um blog, uma página no deviantArt, no Artstation (ou onde preferir), e consolide ali seus trabalhos. Se você já participou de algum curso, bate-papo, mesa ou mesmo uma conv…

Algo diferente do que sempre faço

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Olá, como vai?
Fiz uma postagem no Instagram e desenvolvi ali, um rápido e curto texto, sobre o desenho que publicava. A tentativa era fazer o perfil de um rosto com o mínimo possível de linhas na tentativa de manter o meu traço. Desenhei rapidamente a cabeça e como parecia conhecer aquela pessoa, resolvi colocar um heróico topete e estava revelado que havia rabiscado o rosto do Clark Kent.
Insiro aqui o texto que fiz no Instagram(aliás, se ainda não segue minha conta no IG, convido a segui-la): "Estudo pouco desenho; praticamente nada. Tudo o que faço é por demanda e não me considero um preguiçoso por isso. 
Você então pode se perguntar se eu me pergunto se deveria estudar mais.  Eu não faço essa pergunta. O desenho é, e sempre foi, intuitivo pra mim (não quero dizer fácil) e não me gabo por isso. Acho que desenho porque observo as coisas com atenção. Não tenho uma memória fotográfica, mas procuro entender, por exemplo, quando coloco o macarrão na água quente, como ele vai entrando,…

A angústia de um quadrinista da série C

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Olá, como vai?
Antes de começar, preciso explicar o enunciado; a citada série C, refere-se às nomeadas categorias disputadas pelo futebol brasileiro e que certa vez citei como exemplo ao amigo e editor da Balão Editorial, Guilherme Kroll. Lembro que em determinado momento da conversa, achou injusto da minha parte me inserir dentro deste contexto e especificamente nessa série, mas apresento algumas ponderações.
Não estava me rebaixando como quadrinista pois considero a série C do futebol nacional uma liga disputada, honrada e onde as partidas são embatidas em sinônimo de igualdade; lembro ainda que defini para chegar nesta chamada série C, os seguintes critérios.

Existem os quadrinistas, artistas ou ilustradores do tipo:
Champions League; – Série A do Brasileirão; – Série B (seja qual for o campeonato); – Série C (seja qual for o campeonato); – E as séries continuam (e podem continuar) da forma como quiser, pois meu critério se encerrou onde me encaixava na época e onde ainda me enc…

De volta ao modelo antigo

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Olá, como vai?
A quanto tempo que não nos vemos por aqui?

A última vez foi em um outro mundo, onde uma pandemia seria algo que soaria como um futuro distópico, coisa de filme; mas aconteceu e como sempre foi sabido mas nunca assumido, somos impotentes a natureza, a sua força, as suas mutações, tão naturais e seletivas que só estamos aqui por ela. Somos poeira, talco, regolito soltos nesse vasto universo.
Quer saber o motivo da minha ausência?
Foi simplesmente por uma tentativa de mudar a plataforma do blog. Tive o privilégio de ganhar um site novíssimo, lindo, interativo e todos os maiores elogios que puder fazer mas, entretanto, não conseguia me acostumar com a plataforma, sentia dificuldades para fazer atualizações.
Tenho que agradecer publicamente ao Alysson, que me presenteou com aquele lindo site, blog, loja e que tentei (ah, como tentei) me afeiçoar a ele. Não consegui e por isso pedi – para a mesma pessoa que tão espontaneamente fez tudo aquilo pra mim –, para que voltasse a m…